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Igeprev-TO aportou R$ 62 milhões em gestora ligada ao Banco Master, diz PF

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins1 de dezembro de 2025 - 22:184 minutos de leitura
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Polícia Federal identifica padrão de investimentos de fundos de servidores em fundos de alto risco administrados pela Foco DTVM; operações teriam gerado perdas e envolveram ao menos 20 municípios em 10 estados.

Por Wesley Silas

A Polícia Federal identificou que o Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins (Igeprev-TO) foi o maior investidor entre fundos de servidores que alocaram recursos na Foco DTVM, gestora associada ao Banco Master, num aporte de R$ 62 milhões. Investigações apontam padrão de aplicações concentradas em produtos de alto risco, baixa transparência e liquidez duvidosa, com registro de prejuízos em diversos regimes próprios.

PF apreendeu R$ 1,6 milhão em dinheiro vivo na operação contra o Banco Master – (crédito: PF/Divulgação)

Relatório da Polícia Federal mapeou aportes de recursos de regimes próprios e fundos municipais para fundos administrados pela Foco DTVM. Segundo os investigadores, o padrão incluía volumes elevados, concentração na mesma administradora e alocação em fundos classificados como de “altíssimo risco”.

A PF apontou aportes de fundos de servidores em fundos da Foco DTVM, ligada ao Banco Master; o maior investimento foi do Igeprev-TO (R$ 62 milhões). Aplicações em produtos de alto risco e projetos paralisados teriam gerado prejuízos; a apuração motivou a Operação Fundo Fake.

O Igeprev-TO aparece com o maior montante identificado: R$ 62 milhões. Em novembro de 2019, documento do próprio instituto já apontava investimento de R$ 55,2 milhões na Foco DTVM, equivalente a 1,36% da carteira do Igeprev, que então somava cerca de R$ 4 bilhões. A atual gestão do Igeprev informou que não mantém aplicações vinculadas ao Banco Master, sem detalhar o resultado final das operações.

Daniel Bueno Vorcaro, alvo da Operação Compliance Zero, é presidente do Banco Master, que ganhou destaque no mercado brasileiro após reestruturação iniciada em 2018.

Entre outros fundos apontados pela PF está o Impremu, de Uberlândia (MG), com aporte de R$ 47 milhões. Investigadores afirmam que muitos fundos administrados pela Foco registraram perdas nos primeiros anos após os aportes. Em 2019, a Foco comunicou à CVM prejuízo de R$ 47 milhões em um de seus fundos.

A apuração avançou para a Operação Fundo Fake, deflagrada em 2020, que teve mandados de prisão autorizados pela Justiça Federal contra o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e outros investigados; os mandados foram suspensos posteriormente. Parte dos recursos também foi direcionada a projetos imobiliários e a debêntures ligadas a grupos controladores, operações que geraram suspeitas de conflito de interesses, paralisação de obras e prejuízos, como no caso do Hotel Golden Tulip, em Belo Horizonte, e em aquisições de debêntures pela Milo Investimentos.

O histórico do Igeprev-TO inclui outra operação controversa: entre 2011 e 2012, o instituto aplicou recursos em fundos ligados à holding Brazil Foodservice Group, controladora da rede Churrascaria Porcão. A falência do grupo em 2017 resultou em perdas superiores a R$ 300 milhões para o Igeprev, episódio que se tornou referência sobre gestão temerária de recursos previdenciários.

A investigação da Polícia Federal revela um padrão de alocação de recursos públicos em estruturas e projetos com elevado risco e pouca transparência, aumentando a exposição do patrimônio dos servidores a perdas. O caso reforça a necessidade de fortalecer governança, fiscalização e critérios de investimento nos regimes próprios de previdência.

Fontes consultadas

– Portal AF Notícias;
– Polícia Federal (comunicações e relatórios sobre a investigação).
– Relatório do Igeprev-TO (nov/2019).
– Comunicados da Foco DTVM à CVM (2019).
– Cobertura jornalística sobre Operação Fundo Fake e processos envolvendo Banco Master e Daniel Vorcaro.
– Documentos e notícias sobre a recuperação judicial da Brazil Foodservice Group / Porcão.

 

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