Da redação
O governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) reassumiu o comando do governo do Tocantins e promoveu uma ampla mudança no primeiro escalão. Em edição do Diário Oficial publicada neste sábado (6), ele exonerou todos os secretários nomeados pelo vice-governador Laurez Moreira (PSD) durante o período em que esteve afastado e trouxe de volta aliados para cargos estratégicos.
Entre os nomes que retornaram estão:
Bruno Sousa Azevedo, novamente à frente da Secretaria da Segurança Pública;
Donizeth Aparecido Silva, na Secretaria de Estado da Fazenda;
Márcio Anderson Raimundo da Rocha, na Secretaria de Estado da Comunicação;
Paulo César Benfica Filho, na Secretaria de Estado da Administração;
Fábio Pereira Vaz, na Educação;
Katiuscya Alves Barbosa Chaves, como chefe de gabinete do governador;
Peterson Queiroz de Ornelas, como comandante-geral do Corpo de Bombeiros;
Marcello de Lima Lelis, no Meio Ambiente;
Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, no comando da Polícia Militar;
Milton Neris de Santana, na Indústria e Comércio;
Rosilene Fortunato de Souza, como secretária particular.
Além das reconduções, Wanderlei nomeou novos integrantes para funções estratégicas:
Deocleciano Gomes Filho assumiu a Casa Civil;
Jax James Garcia Pontes, a Procuradoria-Geral do Estado;
Luciano Lima Costa, a Secretaria Executiva da Saúde;
Elenil da Penha Alves de Brito, a Secretaria Executiva da Indústria e Comércio;
Ismael Nunes da Silva Júnior, a Secretaria Executiva da Comunicação;
Francinaldo Machado Bó, a Casa Militar.
Wanderlei Barbosa passou três meses afastado e voltou ao cargo na sexta-feira (5), após o ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), assinar uma liminar revogando o afastamento de 180 dias do político. Depois disso, o STJ e Palácio Araguaia foram notificados para cumprimento da decisão.
Após o afastamento de Wanderlei, o vice Laurez Moreira (PSD) assumiu o cargo de governador do estado. Sua primeira medida foi exonerar todos os secretários do primeiro escalão da gestão estadual. Laurez seguiu com a troca de gestores, montando sua base de confiança no governo.







