Oito dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais serão presididos por mulheres em outubro deste ano.
Por Redação
As eleições de 2026, marcadas para o primeiro turno em 4 de outubro, terão recorde de mulheres no comando da Justiça Eleitoral. Cerca de 25% das presidências dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) são femininas.

E mais mulheres virão. A desembargadora Francisca Galiza assume a Presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) no dia 29 de abril. No dia seguinte (30), será a vez da desembargadora Elizabeth Maria da Silva tomar posse como presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO). No final de maio, assume a Presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) a desembargadora Maria de Lourdes Galvão Braccini de Gonzalez.
Esse número representa um marco histórico de representatividade de gênero em cargos de comando regionais em um pleito no Brasil.
O dado se soma à presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ocupada pela ministra Cármen Lúcia, única mulher entre os ministros do STF. Cármen Lúcia tem coordenado os preparativos para as Eleições de 2026 desde sua posse em junho de 2024.
Atualmente, as desembargadoras que presidem os respectivos TREs estão localizadas no Acre, no Amazonas, no Ceará, no Mato Grosso, no Rio Grande do Norte e em Sergipe.
Outras duas mulheres assumirão antes do pleito. A desembargadora Francisca Galiza assume o TRE do Maranhão em 29 de abril. Já a desembargadora Elizabeth Maria da Silva toma posse como presidente do TRE de Goiás no dia 30 de abril.
Nas eleições municipais de 2024, seis Estados possuíam mulheres à frente dos TREs. Além do Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Norte, que permanecem, Paraíba, Roraima e Santa Catarina também tinham presidência feminina nos tribunais.
Já em 2022, o número era menor: quatro presidentes mulheres. As desembargadoras comandavam os tribunais da Paraíba, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Roraima. Em comparação, a representatividade dobrou em relação às últimas eleições presidenciais.
Fonte: Congresso em Foco









