Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
segunda-feira, 16 março
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Opnião»Competitividade em baixa
Opnião

Competitividade em baixa

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins9 de junho de 2015 - 21:593 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

Ataídes Oliveira*

O Brasil ficou em 56º lugar entre 61 países avaliados no Índice de Competitividade Mundial  2015, duas posições abaixo em relação ao ranking de 2014. A queda tem sido progressiva: para se ter ideia, em 2010 éramos o 38º país mais competitivo do ranking elaborado todo ano pela escola suíça de negócios International Institute for Management Development (IMD) .

Não é para menos. Nos últimos anos, nada foi feito para destravar os gargalos que freiam a competitividade de nossas empresas: carga tributária abusiva, infraestrutura precária, legislação trabalhista ultrapassada, excesso de burocracia, fragilidade dos marcos regulatórios. É o chamado Custo Brasil, que não para de crescer e que tem impacto multiplicado pelo descontrole das contas públicas, pela alta da inflação e dos juros. Para agravar o cenário, pesam ainda as escolhas pautadas pelo alinhamento ideológico na política externa, os escândalos de corrupção e a crise política.

Não vai ser com um ajuste fiscal “meia boca”, que só penaliza a parcela mais carente da população, que o governo Dilma vai conseguir recuperar a credibilidade e a competitividade de nossa economia no mercado internacional. Muito menos cortando drasticamente o volume de investimentos produtivos, já em níveis mínimos (19,7% do PIB em 2014). Até que ponto vamos correr o risco de esfriar ainda mais a atividade produtiva e o consumo interno, numa escalada recessiva cada vez mais perigosa?

O caminho é incentivar a produção, fortalecer mecanismos que garantam um mínimo de segurança jurídica a investidores nacionais e estrangeiros, investir em infraestrutura e aprovar reformas estruturais, como as reformas tributária e trabalhista.

A prioridade à educação, pesquisa e inovação tem que sair do discurso e do papel. Não existe desenvolvimento sustentável sem investimento pesado em qualificação profissional, ciência, tecnologia e conhecimento. Mas a Pátria Educadora idealizada no governo Dilma assiste, calada, a cortes radicais nos recursos destinados ao setor. No contingenciamento draconiano de R$ 69,9 bilhões do Orçamento da União, o Ministério da Educação foi o terceiro mais penalizado, com cortes de R$9,42 bilhões nos gastos inicialmente aprovados pelo Congresso Nacional.

Ataíde opinião oAs falhas no Pronatec e as restrições ao cadastramento no Fies, dois programas fundamentais para a inclusão social, capacitação e qualificação profissional de nossos jovens, também expõem a falta de compromisso do governo Dilma para com a educação.  Fies e Pronatec foram, de fato, impulsionados de forma demagógica e eleitoreira. Sem conseguir sustentar a farra de gastos, o governo agora frustra a esperança de milhares de estudantes, atrasando repasses  e freando novas inscrições.

Mas um dos maiores pecados da era PT foi não ter aproveitado a época de vacas gordas para garantir investimentos estratégicos na nossa infraestrutura de transportes e no sistema de produção e abastecimento de energia. Nesse tempo de vacas magras, para não dizer raquíticas, não há perspectiva à vista para solucionar a crise de energia e o caos logístico representado por estradas esburacadas, ferrovias insuficientes e abandonadas, portos sobrecarregados. Ainda mais diante da queda no volume de arrecadação, motivada pelo desempenho mais fraco da economia.

O pior é que a desconfiança generalizada de empresários e consumidores empurra ainda mais ladeira abaixo o volume de investimentos produtivos. O Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas, estima uma redução de 8,8% dos investimentos, em 2015, depois de um recuo de 4,4% no ano passado.

É nesse momento de encruzilhada política e econômica que precisamos exigir um choque de ética e gestão na condução da administração pública. Pena que ética e competência administrativa sejam raridade na era PT.

*Senador pelo PSDB/TO

Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Opinião do leitor | Vicentinho ruge. Faz rastro de onça, joga acertado, se ajeitando certinho.

16 de março de 2026 - 11:24

Laurez rebate Governo do Tocantins e afirma que dívidas do Plano Servir são ‘problema acumulado’ antes da gestão interina

12 de março de 2026 - 19:16

Em Gurupi, Amélio Cayres consolida pré-candidatura ao Governo e defende celeridade nas obras do HGG

12 de março de 2026 - 15:42

Editorial | O Custo silencioso da ausência: Por que o Sul do Tocantins precisa de voz em Brasília

11 de março de 2026 - 18:03

Representatividade em xeque: A encruzilhada política que pode deixar o Sul do Tocantins, mais uma vez, sem voz em Brasília

11 de março de 2026 - 17:57

Com meta de reunir até 600 ex-prefeitos, Associação é reativada no Tocantins para enfrentar “apagão de defesa” de ex-gestores

11 de março de 2026 - 15:13
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.