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Cidades

Formoso do Araguaia: Mãe acusa médico de omissão na morte do filho

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins5 de agosto de 2016 - 09:185 minutos de leitura
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 A mãe, Valeria Lopes Ferreira, acusa o Hospital Municipal Hermínio de Azevedo Coelho, em Formoso do Araguaia, de omissão no caso da morte da criança João Lukas Lopes de Sousa, quando tinha 02 meses e 27 dias. “Ele [médico] alegou que o problema do meu filho era gases e simplesmente foi este o diagnostico que ele deu”, denúncia a mãe ao relatar o caso do filho que esteve no hospital em Formoso e foi a óbito no mesmo dia no Hospital Regional de Gurupi.  

por Wesley Silas


A mãe, Valeria Lopes Ferreira, relatou ao Portal Atitude que o episódio iniciou por volta das 15h da quarta-feira (08/06/2016), e que seu filho João Lukas, até então, era uma criança sadia e nunca havia adoecido, mas, naquela dia começou a chorar muito apresentando cólicas e ela o levou para ser consultado no hospital Municipal de Formoso.

“Ele nunca tinha dado uma febre e nem gripe", disse.
“Ele nunca tinha dado uma febre e nem gripe”, disse.

“Ele nunca tinha das uma febre e nem gripe. Cheguei com ele no hospital e ele chorava muito. Fiz a triagem logo fui chamada, pois só tinha eu e meu bebê na sala de espera. Naquela ocasião uma mulher colocou o termômetro no meu filho e o médico nos mandou entrar no consultório, enquanto meu filho continuava chorando. Em seguida, ele olhou para meu filho e perguntou o que havia acontecido: Eu disse que não sabia, pois ele estava chorando e não sabia explicar. Ele pediu que eu o deitasse na maca e, em seguida disse que o problema do meu filho era gases preso e que eu procurasse um outro medico na próxima quarta-feira para marcar uma consulta, enquanto o meu filho estava se acabando de chorar”, relatou a mãe.

De acordo com a mãe, o médico que atendera seu filho seria Dr. Gustavo Zelmer Nunes e, segundo ela, durante a consulta ela teria afirmado ao médico que seu filho não tinha problemas com gazes, conforme o médico diagnosticou, sem ao menos pedir um exame clínico.

“Ele [o médico] repetiu dizendo que era este o problema – dai então me mandou para casa e, no momento em que saía do hospital com meu filho chorando, uma enfermeira me chamou e disse que o médico havia passado um remédio e ela mesmo aplicou que foi uma dosagem de Luftal e de dipirona injetada intra-muscular, enquanto meu filho chorava gritava de tanta dor e retornamos para casa às 15h 12min”, relata.

Valeria Formoso 2A mãe relatou ainda que com o efeito da medicação a criança se acalmou e começou a desfalecer.

“O meu filho parou de chorar, amoleceu o corpo e ficou só revirando os olhos e desmaiando. Com pressa, retornei para o hospital, às 15h:45min., como o meu filho praticamente falecendo. Entramos de porta a dentro quando o medico viu perguntou o motivo da volta e, quando ele olhou o estado em que se encontrava meu filho, eu falei que não tinha explicação e só poderia ter sido o medicamento. Ele alegou que o medicamento era para passar a febre, mais ele não tinha febre, dai exigimos o encaminhamento para Gurupi e ele agilizou e chegamos no Gurupi por volta das 17hrs e o meu filho faleceu às 18h:20min. Foi tudo muito rápido e o medico do Gurupi alegou que o bebê chegou muito ruim não conseguiram reanimá-lo e o laudo do medico apontou que foi insuficiência respiratória”, relatou a mãe.

Atendendo o contraditório, o Portal Atitude ouviu o médico, Dr. Gustavo Zelmer Nunes, que afirmou que o bebê chegou no Hospital Municipal de Formoso do Araguaia com cólicas, com febre, tossindo e apresentando sinais de cansaço.

“Ela veio, fez a medicação, deixamos em observação e a temperatura abaixou porque ela estava com febre e 10 minutos depois eles voltaram dizendo que a tosse não passava e estava bem cansadinha e daí eu mandei para Gurupi”, disse o médico.

De acordo com o médico, a medicação não influenciou na piora do estado de saúde da criança.  

“A medicação não causou nada de grave nela e ela já vinha debilitadazinha, não melhorou e nós encaminhamos para Gurupi e chegando lá eles a entubaram porque ela não respondia a medicação e não conseguiram reanimá-la. Não teve medicação errada e nem omissão. Se você quiser pegar o lado vocês podem pegar”, alegou o médico.

Já o Hospital Regional de Gurupi, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), afirmou que o paciente deu entrada no hospital Regional em estado gravíssimo e com relatos de febre acompanhado de tosse e vômitos.

“Ao chegar à unidade, o paciente foi para a sala de imergência onde foi entubado e recebeu o tratamento adequado para seu estado de saúde, mas não resistiu. O paciente foi a óbito após várias tentativas de ressuscitação feitas pela equipe médica”, aponta a nota da Sesau.

Segundo a mãe da criança, o caso foi denunciado na Delegacia de Polícia de Formoso do Araguaia que irá apurar se houve negligência médica na morte do bebê.

Formoso do Araguaia Hospital Municipal Hermínio de Azevedo Coelho
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