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Vereadores seguram PL de reestruturação Administrativa da Prefeitura de Gurupi

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins21 de fevereiro de 2017 - 23:315 minutos de leitura
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A Câmara Municipal de Gurupi não aceitou votar em caráter de urgência especial o Projeto de Lei 02/2017 que sobre a reestruturação Administrativa da Prefeitura Municipal de Gurupi. “Eu, juntamente com os vereadores Sargento Jenilson, Wendel Gomides, Mirian Lustosa e Ataídes Leiteiro, fomos contra este projeto ser votado com o tramite de urgência porque não tivemos tempo para analisá-lo”, disse o vereador Eduardo Forte (PSDB).


A Prefeitura de Gurupi enviou para a Câmara de Vereadores dois Projetos de Leis em caráter de urgência especial, vinculados um ou outro para ser votado na Sessão. O primeiro foi o Projeto de Lei 001/2017, que autoriza a Unirg contratar 138 professores em caráter temporário. O outro foi o Projeto de Lei 002/2017 que dispõe da reestruturação Administrativa da Prefeitura Municipal de Gurupi, criando 09 secretarias e 10 superintendências.

“O Projeto de Lei da Unirg é de grande importância, até porque, nós sabemos que os professores estão dando aulas desde o dia 24 janeiro e já participaram da semana pedagógica e a faculdade não pode parar e por isso demos importância pra aprovação a este projeto de Lei”, defendeu o líder do prefeito, André Caixeta (PSB).

 O fato dos dois Projetos de Leis estarem vinculados e de terem entrado na pauta durante o início da Sessão provocou um debate entre os vereadores da base e oposição, onde o presidente da Casa, Valdônio Rodrigues (PSB) suspendeu a Sessão e marcou outra Sessão para o período da tarde, quando foi divido os dois projeto e aprovado apenas o que autoriza a contratação de professores da Unirg. Depois de muito debate e críticas nas redes sociais, o PL da reestruturação Administrativa passou a tramitar em regime normal de urgência simples de prioridade do Executivo e seguirá o rito normal que prevê avaliação das comissões e plenário da Casa.

“O Projeto de Lei não estava na pauta da sessão de hoje", Eduardo forte.
“O Projeto de Lei não estava na pauta da sessão de hoje”, Eduardo forte.

“O Projeto de Lei não estava na pauta da sessão de hoje e eu, juntamente com os vereadores Sargento Jenilson (PRTB), Wendel Gomides (PDT), Mirian Lustosa (PMDB) e Ataídes Leiteiro (PPS), fomos contra este projeto ser votado com o tramite de urgência, porque ele não tinha chegado nas nossas mãos e, com isso, não tivemos tempo para analisá-lo”, disse o relator da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, vereador Eduardo Forte (PSDB).

Segundo Eduardo Forte, seu posicionamento faz parte da linha independente que ele escolheu seguir na Casa.

“O que for bom para Gurupi vamos aprovar e o que for ruim vou ser contra. Neste projeto da reestruturação eu não concordo com o valor absurdo de R$ 7 mil que estão querendo colocar para superintendência, no momento em que todas as prefeitura estão diminuindo o custo”, disse Forte da Comissão que antecipou que, assim que o PL entrar na comissão ele irá pedir vista.

PL 1

O líder da oposição, vereador Sargento Jenilson (PRTB) afirmou que o principal motivo da não votação do PL foi os valores dos salários dos 10 superintendentes, criados com a Lei.

Vereador Sargento Jenilson (PRTB)
Vereador Sargento Jenilson (PRTB)

“Nós vereadores não concordamos com os valores dos salários dos 10 superintendentes porque na própria lei tem a possibilidade de cada uma ter gratificação de até 100% no valor do seu ordenado, enquanto os secretários não podem devido ter lei própria; mas,  o superintendente poderia ganhar até R$ 14 mil, que é até mais do que um procurador revestido de técnica para poder atuar na área e até mais do que um vereador que tem o crivo da população e de um secretário, que geralmente tem que ser técnico”, justifica Jenilson.  

Líder o prefeito, André Caixeta (PSB)
Líder o prefeito, André Caixeta (PSB)

Durante os debates parte dos vereadores da base não atenderam a sugestão do líder do Executivo, dentre eles os vereadores Ataídes Leiteiro (PPS), Mirian Lustosa (PMDB) e Wendel Gomides (PDT). Já os vereadores Cláudio do Trevo (PSB), César da Farmácia (DEM) e Jair Cunha (PMDB) ensaiaram em votar contra o regime de urgência, mas depois refluíram.  

“Todos 11 os vereadores da base estão ao lado do prefeito e a indagação foi devido a questão de ter ido as duas leis juntas. A respeito da reforma administrativa, é o seguinte, nós vamos pronunciar quando ela for para as comissões”, defendeu o líder o prefeito, André Caixeta (PSB).

Reestruturação Administrativa

O Projeto de Lei que visa a reestruturação Administrativa da Prefeitura Municipal de Gurupi prevê na estrutura da administração do município de Gurupi dispõe sobre a criação de 09 secretárias e 10 Superintendência. São elas, a Secretaria Chefia de Gabinete que tem na sua estrutura a Superintendência de Controle Interno; Secretaria Municipal de Administração e Comunicação, que terá a Superintendência de Comunicação e Superintendência de Convênios e Projeto;  Secretaria Municipal do trabalho, Assistência Social e Idoso tendo nela uma Superintendência do Idoso; Secretaria Municipal de Educação Esporte e Juventude composta com a Superintendente de Esporte e Juventude;  Secretaria Municipal de Infraestrutura e Agricultura com três  Superintendências, sendo a Trânsito – SMT, de Regularização Fundiária e  de Paisagismo; Secretaria Municipal de Finanças, Planejamento, Ciência e Tecnologia; Secretaria Municipal de Cultura; Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, tendo na sua estrutura a Superintendência de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Projetos e Extensão Rural e Secretaria Municipal de Saúde, tendo nela a Superintendência de Mobilização Social.

Câmara Municipal de Gurupi Prefeitura de Gurupi reestruturação Administrativa Unirg
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