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Eleições

“Só gestão eficaz evitará que desgovernos acabem com Tocantins”, diz Amastha

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins11 de abril de 2018 - 18:354 minutos de leitura
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Ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha, deu a declaração após analisar os dados do Relatório Resumido da Execução Orçamentária do governo do Tocantins. “Um Estado que gasta R$ 1,393 bilhão, arrecada R$ 1,248 bilhão e investe míseros R$ 41,7 milhões nunca daria certo. É desgoverno!”, afirmou.

por Redação


Os números do Relatório Resumido da Execução Orçamentária do governo do Estado comprovam a tese, segundo a qual, a falta de gestão, de visão administrativa e de capacidade do comando atual do Palácio Araguaia levaram o Tocantins ao caos em que se encontra, com reflexos negativos diretos para a população. A opinião é do ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha. “Um Estado que gasta R$ 1,393 bilhão, arrecada R$ 1,248 bilhão e investe míseros R$ 41,7 milhões nunca daria certo. É desgoverno! É uma análise óbvia, mas devemos bater nessa tecla: Desgoverno!”, afirmou Amastha. “O fato de um governo gastar mais do que arrecada reflete diretamente em casos lamentáveis como morte por falta de atendimento em hospitais, em estradas horríveis que trazem riscos e são responsáveis por acidentes, alguns fatais, sem contar as famílias abandonadas no Estado por falta de um projeto de desenvolvimento, de perspectivas de crescimento para melhorar a condição de vida”, complementou.

Os dados foram divulgados pelo Jornal do Tocantins nessa quarta-feira, dia 11. Conforme a reportagem, o primeiro maior gasto do Estado é com a folha de pagamento de pessoal: R$ 3,9 bilhões, ou seja, 54,99% do que arrecada. Já o segundo do ranking de gastos é o custeio da máquina pública: R$ 392,2 milhões. “A comparação é simples: o governo gasta R$ 392,2 milhões para manter essa estrutura administrativa que mais parece um elefante branco, que poderia ser reduzida sem prejuízo para a população, mas isso se faz com planejamento, visão administrativa e gestão eficaz, coisas que não temos no Palácio Araguaia”, comentou.

Amastha lembrou que a folha de pagamento em janeiro de 2013, quando assumiu a prefeitura, era de R$ 19.470.066,39. Já a última folha que autorizou o pagamento como prefeito foi de R$ 47.167.715,92. Do total, 66% do valor era destinado a servidores efetivos em 2012, aumentando para 84% em 2018. E hoje o número de comissionados na gestão é de 3%. “Isso é gestão, é planejamento e comprometimento de todos. O que fizemos? Reduzimos custos sem prejuízo para o cidadão, que teve a qualidade do serviço prestado pelo município melhorada, planejamos a execução dos serviços, buscamos projetos e parcerias para desenvolver projetos e ações que garantissem a realização de obras e os serviços públicos”, explicou, ao citar que em sua gestão, por exemplo, foram construídas 20 novas unidades de saúde, três grandes escolas de tempo integral, universalização do saneamento básico, além de investimentos em pavimentação de qualidade, ampliação da iluminação pública e criação de projetos como Palmas Solar, Palmas Aprova. “Sem contar a transformação ocasionada pelo turismo, não só dos belos cartões postais que temos, mas o de negócios e de eventos esportivos, religiosos e culturais. Isso é uma indústria, indústria limpa, que traz recursos, emprego e renda”, emendou.

Para Amastha, ainda com base na análise dos dados, é visível a incapacidade administrativa que prejudica o Tocantins não apenas nesta gestão. “O governo arrecadou entre janeiro e fevereiro R$ 1,2 bilhão. Desse total, R$ 701,3 milhões se referem a transferências da União. O que isso significa: que o cidadão que se diz gestor fica sentado na cadeira do segundo andar do Palácio Araguaia apenas esperando o governo federal repassar os recursos. Não tem a capacidade de planejar e executar um plano de desenvolvimento. E pior: não tem a mínima condição de por para funcionar, por exemplo, os projetos que já existem como o Manuel Alves e o Sampaio e o Gurita.”

Outro ponto abordado por Amastha se refere à arrecadação de impostos do Estado que não traz, para o cidadão, o retorno em serviços públicos. “Do total de R$ 1,2 bilhão, R$ 306,2 milhões são oriundos de impostos. Esse dinheiro  deveria ser revertido para uma saúde digna, que evitaria mortes em hospitais, em estradas seguras, em investimento em educação e melhoria na condição de vida da nossa população, entre outras coisas. Mas, não. Serve para manter os apaniguados, inchar a máquina e pagar esse montante absurdo de custeio”, declarou. “Este governo, dito humano, investiu apenas R$ 3,7 milhões em assistência social. Isso é falsidade ideológica. De humano, não tem nada e nem mesmo moderno, pois não tem capacidade de acessar um site e copiar projetos simples e práticos que fizemos como o Palmas Solar, por exemplo”, complementou, demonstrando muita irritação.

Carlos Amastha Execução Orçamentária
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