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Lar»Cidades»Assemp pedirá auditoria na Unimed de Palmas após comprovar cobranças irregulares 2.471% maiores que dívidas reais
Cidades

Assemp pedirá auditoria na Unimed de Palmas após comprovar cobranças irregulares 2.471% maiores que dívidas reais

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins14 de dezembro de 2016 - 09:125 minutos de leitura
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“Esse fato precisa ser esclarecido. A própria Unimed, por meio de ofício, nos informou e comprovou a cobrança indevida referente a seis casos. Porém, informações e queixas de servidores dão conta que há dezenas de outros casos como esse”, afirma o presidente da Associação dos Servidores Municipais de Palmas (Assemp)


Após auditoria concluir que não houve, por parte da Associação dos Servidores Municipais de Palmas (Assemp), desvios ou apropriação de recursos referentes ao plano de saúde dos beneficiários, o presidente da entidade, Jordeon Gama, pedirá averiguação nas cobranças feitas pela Unimed Palmas aos trabalhadores. Segundo ele, a iniciativa é motivada pelo fato de a operadora de plano de saúde ter feito cobranças indevidas a servidores, fato admitido pela própria Unimed.

Em pelo menos seis casos registrados pela operadora, as cobranças indevidas são 2.471% maiores dos valores reais devidos pelos funcionários públicos. “Esse fato precisa ser esclarecido. A própria Unimed, por meio de ofício, nos informou e comprovou a cobrança indevida referente a seis casos. Porém, informações e queixas de servidores dão conta que há dezenas de outros casos como esse”, afirmou Gama, que já solicitou aos advogados da Assemp providências para formalizar o pedido.

Somente nesses seis casos, a dívida real era de R$ 950,57, mas a Unimed cobrou R$ 23.496,46. De acordo com tabela contida em ofício datado de 14 de novembro deste ano da Unimed Palmas enviado à Assemp, um servidor, por exemplo, que tinha um débito real de R$ 350,57 por procedimentos de saúde, recebeu cobrança de R$ 7.520,82 da Unimed. O valor é 2.145% maior que o “valor correto” da dívida, como a operadora se refere ao débito real. Em outro caso, a cobrança foi 5.124% maior (o trabalhador devia R$ 100 e a Unimed cobrou R$ 5.124,09). Num terceiro exemplo, a Unimed reconheceu ter cobrado R$ 4.816,18 de um funcionário público que também devia R$ 100. Ao comunicar o fato, a empresa se comprometeu com a Assemp em abater os valores cobrados indevidamente.

IMPORTÂNCIA DA UNIMED

Jordeon Gama destacou que o pedido da auditoria é uma forma de pôr fim a uma polêmica que envolve a cobrança do plano de saúde dos servidores associados à Assemp. “Deixamos claro que não está em questionamento aqui o serviço prestado pela Unimed Palmas, que é muito satisfatório para o servidor. Queremos que a Unimed siga prestando seu serviço aos nossos associados por sua qualidade, haja vista que outras categorias, como os colegas do Estado, não têm a mesma sorte com o Plansaúde, por exemplo, que volta e meia interrompe o serviço para prejuízo dos trabalhadores”, disse Gama.

“O que discutimos aqui é a questão das cobranças indevidas que os servidores receberam e estão recebendo. Nós fizemos a nossa auditoria, não se comprovou nenhum ilícito da nossa parte. Vamos aprofundar e esclarecer definitivamente essa questão”, complementou.

Gama se refere a auditoria da prestação de serviços do plano de saúde entre Assemp e Unimed Palmas referente aos exercícios de 2014 a 2016 finalizada em julho deste ano que concluiu que não houve apropriação ou desvio de recursos pagos pelos beneficiários. A constatação está no relatório assinado pelo presidente da comissão de auditoria, Antônio Édson Gomes de Souza. “Quando assumimos, a Assemp não dispunha de controle de pagamento dos servidores relacionados ao plano de saúde. Como a própria auditoria atestou, antes o recurso era passado direto da prefeitura para a Unimed. Depois, quando assumimos, detectamos o problema e buscamos meios para solucionar o impasse”, declarou.

Nesse meio tempo, de acordo com a auditoria, o impasse que surgiu foi o fato de a empresa ter se recursado a receber entre outubro a dezembro de 2014 o pagamento, gerando déficit de R$ 1,3 milhão “em virtude do diretor da prestadora aceitar somente o pagamento integral da fatura, o que era impossível pela tomadora [no caso a Assemp], pois a mesma não tinha reservas de caixa para cobrir essas diferenças”. “Outro problema foi a troca do sistema de cobrança da prefeitura, que prejudicou a cobrança”, afirmou Gama.

Já em relação às responsabilidades, a auditoria é clara ao atestar que a Assemp “em nenhum momento fez desviar ou se apropriou de recursos que eram destinados ao pagamento do plano de saúde” e que a diretoria atual “apenas reconheceu a dívida”. “Reafirmo que assumimos a Assemp sem os devidos controles e que ao longo de nossa gestão buscamos, sempre, a solução do problema sem prejuízo para o servidor e visando a manutenção do serviço de qualidade prestado pela operadora. Com o resultado e nenhuma contestação do resultado da auditoria na Assemp, pretendemos que seja feita também avaliação das contas e cobranças por parte da Unimed para acabar com o impasse”, finalizou.

 

Foto – O presidente da Assemp, Jordeon Gama, quer a continuidade do serviço da Unimed: “O que discutimos aqui é a questão das cobranças indevidas

Assemp Palmas Unimed
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