O presidente da Câmara de Vereadores de Formosos do Araguaia, Pedro Ferreira (SD), juntamente com os vereadores da base do prefeito Wagner da Gráfica (SD), dentre eles o vereador Guilherme Siriano envolvido em um esquema de desvio de verbas públicas do município denunciado pelo Procurador Geral de Justiça, Clenan Renaut de Melo Pereira, ao Tribunal de Justiça do Tocantins no último dia 21 de setembro (LEIA AQUI), mostraram mais uma vez submissão ao Poder Executivo no caso do pedido da constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar fraude em licitações no município apresentada no dia 24 de setembro (LEIA AQUI).
Conforme relatos dos vereadores da oposição representada pelo vereadores Professor Jailton (PSL), Professora Iracildes (PRÓS), José Cleves (PSB) e João Luiz Bonanza (PV), a decisão de arquivar a CPI foi tomada pelo presidente da Câmara de Formoso, Pedro Ferreira, sem dar explicações que passou por cima do Regimento da Casa, pois o pedido já tinha o número suficiente de assinaturas para ser aberta.
O fato chama atenção devido ter acontecido, simultaneamente, com a recomendação que o promotor de Justiça, Alzemiro Wilson Peres Freitas, (LEIA AQUI) enviou aos vereadores de Araguaína por considerar o Legislativo omisso na fiscalização do Poder Executivo.
“O vereador tem o poder e o dever de fiscalizar a administração, cuidar da aplicação dos recursos, a observância do orçamento”, pontuou Freita no caso de Araguaína que representa um comportamento que repete em muitas cidades do Tocantins.







