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Lar»Cidades»Gurupi (TO)»Pesquisadores do Câmpus de Gurupi desenvolvem novo método para detectar metanol em álcool combustível
Gurupi (TO)

Pesquisadores do Câmpus de Gurupi desenvolvem novo método para detectar metanol em álcool combustível

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins22 de outubro de 2025 - 17:333 minutos de leitura
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Da redação

Um novo método para detectar a presença de metanol em álcool combustível foi desenvolvido por pesquisadores do Câmpus de Gurupi. A mestranda do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ), Fabíola Almeida Bezerra, e seu professor orientador Nelson Luis Gonçalves Dias de Souza, criaram um processo com o uso de nanossensores capazes de identificar o metanol. A defesa da dissertação ocorrerá em março de 2026, e a descoberta deverá entrar em processo de solicitação de patente.

Segundo as informações enviadas pelos pesquisadores, a mistura de metanol no álcool combustível tem sido alvo de preocupação das autoridades e gerou, inclusive, uma grande operação policial e fiscal (Operação Carbono Oculto) em todo o país; a ação também atende resoluções (807/2020 e 907/2022) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que determinam um limite máximo de 0,5% de metanol na composição da gasolina e do etanol combustível.

Pesquisadores do Câmpus de Gurupi desenvolvem novo método para detectar metanol em álcool combustível

A presença do metanol nos combustíveis (gasolina e álcool) acima do permitido pode gerar prejuízo para os donos de veículos, porque é um material corrosivo. Ele pode danificar diretamente componentes essenciais do motor, como bicos injetores, bombas de combustível, câmaras de combustão e tubulações. Essa corrosão pode levar a falhas no funcionamento do motor, fazendo com que ele chegue a não ligar.

Sobre o novo método de detecção

“A utilização de nanossensores não é uma novidade, na literatura já há diversas aplicações. Porém, um sensor para determinar metanol em álcool combustível não há”, contou o professor Souza. Segundo ele, o processo de detecção do metanol no álcool combustível é simples, “apenas misturando a amostra com a solução do nanossensor. Não há necessidade do preparo da amostra. Após a mistura, espera-se 30 minutos para a obtenção do resultado. Esse processo facilita a realização da análise e a torna mais simples de executar”, diz o docente.

O professor Souza explica que os nanossensores são dispositivos muitíssimo pequenos que, ao entrar em contato com o metanol, mudam de cor. Para determinar se há ou não metanol, após 30 minutos o pesquisador verifica a coloração da mistura. Quanto mais amarela a cor, maior a quantidade de metanol na amostra. “Assim, o novo método traz uma alternativa mais simples, barata e rápida para a verificação de fraudes, que podem ser verificadas na bomba dos postos de combustíveis. Os testes da utilização do novo nanossensor já foram finalizados e será solicitada a patente ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), afirma.

A mestranda Fabíola destaca que os ganhos não se restringem apenas ao tempo menor para detecção. “A metodologia que a ANP utiliza baseia-se na cromatografia gasosa que comparado com o equipamento que utilizamos para quantificar as amostras, custa até oito vezes mais”. Ela diz ainda que “o fato de ser um método colorimétrico é um fator ainda mais interessante, uma vez que através da cor a pessoa que for fazer o teste já consegue ter noção em trinta minutos se aquela amostra está acima do limite permitido ou não. A atual metodologia pode levar até uma hora para se obter resultados, e utiliza um equipamento caro”, pontua.

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