Comandante Geral do Corpo de Bombeiros, Reginaldo Leandro da Silva, recebeu apoio de 160 bombeiros militares do Tocantins que afirmam desconhecer as “supostas vítimas, como também autores” de denúncia de assédio sexual na corporação e que as “injustas investidas” divulgada na mídia seria “fruto da ação de pessoas que pouco tem servido ao Estado e a quem a legalidade incomoda” e com interesses “eminentemente pessoais e políticos”.
por Wesley Silas
A carta de repúdio foi divulgada após a Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica do Tocantins (ABMCJ-TO), sair em defesa da presidente da Associação das Mulheres Policiais do Estado do Tocantins (AMP-TO), Giovanna Cavalcanti, após o Comandante Geral do Corpo de Bombeiros, Reginaldo Leandro da Silva, ter instaurado sindicância administrativa para apurar possível práticas de transgressão disciplinar após denúncia de assédio moral e sexual dentro da corporação.
Na carta assinada por 160 bombeiros, dentre eles 24 mulheres, manifesta “repúdio às injustas investidas feitas na ampla mídia, contra a Corporação e seus membros, fruto da ação de pessoas que pouco tem servido ao Estado e a quem a legalidade incomoda”.
Defende que o Corpo de Bombeiros Militar é uma “instituição honrada, formada por homens e mulheres de bem, que deixam seus lares, dia a dia para se dedicarem ao cuidado das pessoas. Desde nossa formação, guardamos conosco o orgulho de nosso lema: ‘vidas alheias e riquezas salvar’.”
Ataques caluniosos
“Hoje, sentimo-nos imensamente entristecidos com a ação desse pequeno exército de um homem só, formado por um oficial do CBMTO, que unido a pessoas que sequer fazem parte da Corporação, tem proferido ataques caluniosos, com interesses eminentemente pessoais e políticos”.
Conforme a carta nenhum Bombeiro teve cerceado o direito à apuração de qualquer irregularidade e que desconhecem as “supostas vítimas, como também autores. Vai contra nossos princípios o engodo, a mentira, o aproveitamento do alheio. Esperamos na Justiça que a verdade seja esclarecida e que os responsáveis por todo este mal causado, por ele respondam”.
Confira AQUI (link) da íntegra da Carta.






