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Agronegócio

Dow AgroSciences promove nesta terça em Gurupi treinamento Circuito Soja Limpa

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins17 de setembro de 2017 - 16:175 minutos de leitura
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A Dow AgroSciences lançou recentemente o portal do “Movimento Fora Buva e Amargoso”, que tem como objetivo conscientizar os produtores rurais sobre o quanto a matocompetição impacta na produtividade/ rentabilidade da lavoura. Dentro deste projeto a empresa estará oferecendo na próxima terça-feira, 19,  em Gurupi o treinamento Circuito Soja Limpa.

por Redação


A Dow AgroSciences lançou o “Movimento Fora Buva e Amargoso”, portal que tem como propósito o engajamento de todos os agentes envolvidos na produção e comercialização da cadeia da soja em uma discussão sobre os prejuízos que a cultura vem sofrendo, ao longo dos últimos anos, com o crescimento das áreas infestadas por plantas daninhas.

Em Gurupi, o evento acontecerá no salão OAB, localizado na Avenida F, Qd 51-A, lote 01, s/n. Residencial Park dos Buritis, ocasião em que produtores rurais percorrerão um circuito interativo e poderão esclarecer dúvidas com pesquisadores.

Atualmente, a maior parte das áreas de soja conta com a presença de plantas daninhas tolerantes ou resistentes ao glifosato. No entanto, a buva e o capim-amargoso são as mais problemáticas na cultura pela sua abrangência territorial e pela resistência ao glifosato. O Movimento visa demonstrar o quanto o sojicultor brasileiro tem perdido em produtividade em função deste problema. “A ideia é esclarecer o cenário atual em torno da matocompetição, discutir sobre seus impactos agronômicos, operacionais, ambientais e econômicos, bem como os caminhos para sua eliminação”, explica Marcus Fiorini, Líder de Marketing para Grandes Culturas da Dow AgroSciences Brasil.

Segundo o especialista, as plantas daninhas são agentes críticos e têm o potencial de sair do controle. Roubam a produtividade do agricultor e podem impactar negativamente, de diversas formas, as lavouras brasileiras, inclusive colocando em risco as conquistas ambientais e agronômicas, como o Plantio Direto. “Essas plantas daninhas têm facilidade de dispersão e adaptação, principalmente em sistemas produtivos brasileiros que não promovem a rotação de cultura e manejo do solo, como acontece com a cultura da soja por Plantio Direto. Isso ocorre porque buva e o capim-amargoso têm reprodução por sementes, que são muito leves e podem ser carregadas pelo vento, espalhando-se à longa distância”, esclarece Fiorini.  

Estudos recentes da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) sobre o “Impacto econômico da resistência de plantas daninhas a herbicidas no Brasil” apontam que a área, com presença apenas de buva resistente é estimada em quase 8 milhões de hectares, sendo que a somatória do aumento dos custos de controle nestas áreas se situa entre R$ 970 milhões a 1 bilhão. No caso do capim-amargoso, a estimativa da área total infestada e resistente ao glifosato atinge 8,2 milhões de hectares. Sendo 5,5 milhões de infestação de capim-amargoso resistente, nas quais, o custo total de controle fica entre R$ 1 bilhão a R$ 2 bilhões. O pior cenário, em relação ao aumento dos custos, é aquele que apresenta a infestação mista de buva e capim-amargoso. Essa última situação é estimada em 2,7 milhões de hectares, onde os custos aumentam entre R$ 793 milhões a R$ 1 bilhão.

Apesar destes dados alarmantes, o agronegócio é hoje o setor que mais contribui para o fortalecimento da economia brasileira, respondendo individualmente por 1/4 do Produto Interno Bruto. Na cultura da soja, por exemplo, a safra 2016/2017 bateu recorde de 114,04 milhões de toneladas colhidas, de acordo com levantamento divulgado pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). O que faz do Brasil o segundo maior produtor mundial do grão, atrás apenas dos Estados Unidos, que produz mais de 117 milhões de toneladas.

“O ‘Movimento Fora Buva e Amargoso’ traz à tona este problema sério que vem tomando conta das lavouras, que é a infestação de plantas daninhas, que causam perdas de produtividade devido a matocompetição. Porque além delas servirem como hospedeiras para pragas e doenças, elas também provocam o aumento da umidade e as taxas de impurezas nos grãos colhidos, o que rebaixa a classificação comercial da saca, refletindo em menor ganho econômico para o produtor”, ressalta Fiorini.

No portal do “Movimento Fora Buva e Amargoso” – www.forabuvaeamargoso.com.br, os sojicultores encontram informações completas sobre a forma correta de se fazer o manejo integrado. No endereço eletrônico, os visitantes têm acesso ainda a episódios da webserie “Operação Soja Limpa”, que traz histórias de sucesso sobre o combate as plantas daninhas. Cada vídeo mostra o depoimento de um produtor rural sobre como é o cenário da matocompetição em sua região e o que ele teve de fazer para superá-la.

Treinamentos – Circuito Soja Limpa

A maior parte dos produtores rurais só se dá conta da infestação de plantas daninhas, quando ela já passou a comprometer a rentabilidade da lavoura. Isto porque, embora atualmente exista muita tecnologia no campo, muitos agricultores ainda não dão tanta atenção à matocompetição quanto dão para pragas e doenças. Assim, para apresentar, de maneira didática, a ameaça que elas representam para a produção brasileira, o “Movimento Fora Buva e Amargoso” irá promover treinamentos a respeito do assunto. Mais do que uma palestra expositiva, os encontros “Circuito Soja Limpa” serão uma espécie de circuito dinâmico, no qual os visitantes receberão orientações dos pesquisadores Mauro Rizzardi e Robinson Osipe e poderão interagir com hologramas, painéis e telas touch screen.

O calendário com a programação do treinamento segue abaixo:

  •       Gurupi (TO) – 19/09
  •       Uruaçu (GO) – 02/10
  •       Cristalina (GO) – 04/10
  •       Uberlândia (MG) – 06/10
  •       Capão Bonito (SP) – 09/10
  •       Passo Fundo (RS) – 11/10
  •       Ijuí (RS) – 16/10
  •       Cruz Alta (RS) – 18/10
  •       Cachoeira do Sul (RS) – 20/10
Dow AgroSciences gurupi Movimento Fora Buva e Amargoso
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