Segundo Carlesse seu afastamento do cargo de Governador do Tocantins foi um ato de injustiça promovido pós seus adversários políticos no momento em que ele estava iniciando obras nos 139 municípios do Tocantins por meio do programa Tocando em Frente e tinha em caixa R$ 2 bilhões para concluir as obras em andamento de pagar os direitos dos servidores do Tocantins.
“Tivemos 404 mil votos no Estado do Tocantins e honramos estes votos porque tínhamos um compromisso com os 139 municípios do Tocantins e fizemos o dinheiro arrecadado ser valorizado com o retorno de obras paradas há mais de 10 anos como o Hospital Geral de Gurupi que encontra-se parada novamente”, disse Carlesse.
Para Carlesse, polemizar o uso do nome de seu pai no Hospital Geral de Gurupi seria uma discussão “boba” e que ele dispensa.
“Estão fazendo uma discussão boba na Assembleia Legislativa [após o deputado Gutierres ter pedido para tirar o nome do pai de Carlesse do Hospital] que é para retirar o nome do meu pai do Hospital, mas não precisa eu retiro e não precisa discutir; agora eu quero que eles terminem o Hospital para entregar para o povo assim como o Hospital de Araguaína que iniciamos e não pode parar porque são obras iniciadas em nosso governo afetam as pessoas mais carentes como as escolas de Tempo Integral que pegamos abandonadas que em Araguaína são duas grandes escolas, sendo uma delas conseguimos terminar” disse.
As críticas se voltaram para a paralisação da TO-365 do Trevo da Praia e em seguida foi reiniciada.
“Fizemos obras no Bico do Papagaio, na região Sudeste e em todas as cidades fizemos trabalhos para melhorar a vida dos cidadãos como a ponte de Porto Nacional que projetamos para terminar neste ano. A estrada do Trevo da Praia, que o dinheiro já estava na conta, era só dar continuidade e terminar esta estrada, assim como a estrada da Barreira da Cruz que são obras Importantíssimas e não era para o Mauro Carlesse que era simplesmente um homem que foi eleito”, disse.







