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Lar»Notícias»Destaques»GURUPI: Sem óculos, mas com consciência ativa
Destaques

GURUPI: Sem óculos, mas com consciência ativa

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins25 de fevereiro de 2016 - 23:213 minutos de leitura
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por Wesley Silas 

A cultura de Gurupi não é diferente do restante do Brasil, e para representar as dores do povo estou aqui, mais uma vez, colocando a minha cara a tapa, na tentativa de expressar o sentimento dos descasos com a história desta cidade.

Descasos!!! Acompanho esta cidade desde quando estava no ventre da minha mãe e, como diz os mais velhos, foi aqui que me entendi por e como gente, pois nasci a Fórceps no velho Hospital Delfino Aguiar. No entanto, hoje fico surpreendido em ver tanta gente “desinformada” que não sabe acompanhar as mudanças, e não consegue articular, nem seus próprios passos, e assim , possa melhorar a condição de vida da coletividade e possam ocupar espaços em defesa da história e de um projeto de futuro para esta cidade.

gurupi olhoNão sou xenofóbico, pois acredito que passamos por um processo de aculturação, principalmente, depois do Norte Goiano,  quando formos influenciados pelo Maranhão, Piaui, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e, com a globalização também tivemos influência da América do Norte, Européia (Portugueses, Espanhóis, etc..) Uma prova sou eu, um gurupiense casado com uma gaúcha.

Monóculo do passado

Na década de 60 Pedro Cruz depois de uma queda de cavalo teve o punho quebrado e saiu de Dueré no lombo de um cavalo para ser atendido em Gurupi. "Tive que comprar o gesso e todo material e o médico não apareceu no outro dia. Coloquei um "tala" de buriti e voltei no lombo do cavalo", disse.
Na década de 60 Pedro Cruz depois de uma queda de cavalo teve o punho quebrado e saiu de Dueré no lombo de um cavalo para ser atendido em Gurupi. “Tive que comprar o gesso e todo material e o médico não apareceu no outro dia. Coloquei um “tala” de buriti e voltei no lombo do cavalo”, disse.

Neste contexto histórico, lembro do Jacinto Nunes (in memorian) que, na década de 80, época em que ele e sua família moravam em uma casa vizinha ao quintal da minha avó, com seus dois filhos que conviveram suas infâncias como nossos amigos e, admirávamos suas filhas bonitas. Lembro também das comidas (cozidão) distribuídos nas eleições e, apesar das derrotas políticas nas disputas com o ex-prefeito Joaquim Pereira da Costa PDS (in memorian), também houve vitória no MPB. Também lembro de amigos da minha família e das histórias contadas pelo meu pai, hoje com seus 92 anos; pois apesar de sua participação de coadjuvante da construção de Gurupi, não fez questão de participar da política, e talvez,  por isso não leva o título de Cidadão Gurupiense, apesar de fazer parte, de ter pago o preço de contribuir para tirar a cidade do subdesenvolvimento; mas na sua lucidez, conta até hoje fatos como a morte do Joaquim Santana e sofrimento da dona Aninha, passagens do ex-presidente Juscelino Kubitschek e Bernardo Sayão em Gurupi guardadas na gaveta da memória de mais de 50 anos como morador desta cidade.

Monóculo do presente

Mas, voltando para o hoje, vejo com parcimônia, a falta reconhecimento com às pessoas que fizeram a história desta cidade e da ojeriza que os parentes têm com os filhos da terra. Como diz o ditado: “Santo de casa não faz milagre” e, em Gurupi não é diferente do Brasil, pois as pessoas lembradas continuam sendo os políticos, alguns fizeram sua parte e outros desacreditados e rejeitados são louvados por muitos por terem comido um naco do bolo. A cidade necessita de inovar.

“Cuidado com gente que não tem dúvida. Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente que não tem dúvida só é capaz de repetir”.  Mario Sergio Cortella.

“Inovação distingue entre um líder e um seguidor”. Steve Jobs.

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