Por Nivia Cruz Parrião
Segundo o dentista e ex-professor de Odontologia da UFG, escritor e historiador, Dr. Domingos Cruz, o bancário aposentado, Valdemir, nasceu no dia 15 de abril de 1944 na pequena cidade de Brejinho de Nazaré, então norte de Goiás.

“Filho mais novo do casal Florência José da Cruz & Honório Ribeiro. Aos 8 anos de idade saiu de casa para estudar no Seminário São Domingos e Instituto Santo Alberto em Conceição do Araguaia/PA. Tendo como orientadores e líderes, os próprios parentes padres Cícero Cruz, Sebastião e o Monsenhor Augusto”, narra o escritor.

Ele lembra que naquele em um cenário da mais alta qualidade de ensino e disciplina, Valdemir se destacou como líder, e de uma inteligência brilhante desde criança.
“Ele era o menor entre as demais crianças, mas foi o escolhido para ser o regente da turma aos 10 anos, foi escolhido como regente da fila. Sempre muito estudioso e disciplinado. Concluiu o primário e ginásio, e o segundo grau aprendendo inglês, francês, latim e grego”, disse.
Em seguida Valdemir foi transferido para Belo Horizonte, para prestar vestibular para Teologia e concluir o seminário menor.
“Naquela fase desistiu da vida sacerdotal e prestou concurso para o Banco Real de Minas Gerais, depois para o Banco do Brasil e foi transferido para Inhumas GO, onde se casou com Maria José, e teve 2 filhos, Cícero e Suzana, e 3 netas, Amanda, Àgata e Maria Clara. Foi transferido pelo BB em Goiânia, onde atuou como Gerente da Carteira agrícola e aposentou por tempo de serviço”, destaca Domingos Cruz.
“E mesmo em meio às atribuições do Banco do Brasil, ainda concluiu a faculdade de economia pela Universidade Católica de Goiás. Deixou um grande legado como pai de família, amigo, filho é avô“, arremata o escritor.
Combateu o bom combate, cumpriu a carreira e guardou a Fé (2 Timóteo 4:7-8)/Jornalista Nivia Cruz Parrião.








