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Destaques

Laurez diz que irá colaborar com a justiça e Irajá nega seu nome na “lista” do Ministro Edson Fachin

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins12 de abril de 2017 - 16:266 minutos de leitura
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Com os nomes citados na operação Lava Jato, o prefeito de Gurupi, Laurez Moreira (PSB), o de Araguaína, Ronaldo Dimas (PR), a senadora Kátia Abreu (PMDB), o deputado federal Irajá Abreu (PSD), o deputado estadual Eduardo Siqueira Campos e o ex-governador Siqueira Campos afirmaram que desconhecem o teor das citações, exceto Irajá Abreu.  “O meu nome não foi apresentado na “lista” do Ministro Edson Fachin”, defende Irajá.

por Wesley Silas


Por meio de notas, alguns políticos do Tocantins comentaram após terem seus nomes na lista dos políticos que serão investigados após  informações de delatores da operação Lava Jato.

“O Prefeito de Gurupi, Laurez Moreira informa que não teve acesso às informações da suposta citação e reforça o seu compromisso de colaborar com a justiça para esclarecimento de qualquer dúvida relacionada à retidão de sua conduta pública, até porque a sua carreira política foi sempre pautada pela ética, responsabilidade e transparência”, disse o prefeito de Gurupi, Laurez Moreira, por meio de sua assessoria.

A senadora Kátia Abreu lamentou não ter informações do conteúdo da decisão do ministro Edson Fachin. “Afirmo categoricamente que, em toda a minha vida pública, nunca participei corrupção e nunca aceitei participar de qualquer movimento de grupos fora da lei”, disse a senadora.

No entanto, o deputado federal Irajá Abreu, asseverou que o seu nome não foi apresentado na lista Ministro Edson Fachin. “Pelo contrário, este mesmo Ministro devolveu o meu processo à Procuradoria-Geral da República (PGR)”, defendeu o deputado.

Em nota conjunta enviada pela assessoria de imprensa, o deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM) e ex-governador Siqueira Campos (sem partido) afirmaram que não tiveram acesso aos depoimentos que trazem qualquer citação de seus nomes na lista divulgada pelo ministro Luís Edson Fachin.

“Sem processo aberto, nem conhecimento de acusação formal que possa ser rebatida, não cabe qualquer declaração, mas apenas reafirmar, que tanto o deputado Eduardo Siqueira Campos, quanto o ex-governador Siqueira Campos, sempre pautaram suas vidas obedecendo os preceitos legais, com ética, transparência e respeito ao povo Tocantinense”, informaram.

Na mesma linha, o prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, “estranhou” seu nome na lista.

“Como nem sei qual o teor e muito menos do que estou sendo acusado, informo que não recebi nenhum recurso ilícito e todas as contas das campanhas eleitorais que participei foram aprovadas”, explicou.

Próximos passos após a abertura de inquéritos

Um longo caminho processual ainda deve ser percorrido antes que possam ser, porventura, condenados ou absolvidos.

Daqui em diante, outras diligências poderão ser solicitadas pelo MPF, de modo a acrescentar novos elementos aos autos do processo. As defesas dos suspeitos também podem fazer pedidos a Fachin, como por exemplo que se junte provas favoráveis aos suspeitos.

Não há prazo para a conclusão das investigações. No momento em que julgar haver elementos suficientes de que o suspeito de fato cometeu algum crime, a acusação oferece uma denúncia

Se a denúncia for aceita, somente então o suspeito passa à condição de réu acusado de ter cometido crime previsto no Código Penal. Se for recusada, o caso é arquivado.

Com a aceitação da denúncia, o inquérito criminal passa à condição de Ação Penal (AP), que possui uma série de prazos específicos para a apresentação de recursos e solicitação de diligências. O primeiro passo da AP é a abertura da fase de instrução, em que o juiz analisa as provas disponíveis, interroga testemunhas de acusação e defesa e avalia a necessidade de coleta de elementos adicionais. (Com informações da Agência Brasil).

Confira as notas:


Prefeito Laurez Moreira

O Prefeito de Gurupi, Laurez Moreira informa que não teve acesso às informações da suposta citação e reforça o seu compromisso de colaborar com a justiça para esclarecimento de qualquer dúvida relacionada à retidão de sua conduta pública, até porque a sua carreira política foi sempre pautada pela ética, responsabilidade e transparência.


Senadora Kátia Abreu

NOTA À IMPRENSA

A respeito da decisão do Supremo Tribunal Federal, que autorizou abertura de inquérito para investigar nove ministros, 29 senadores e 42 deputados federais, na qual o meu nome é citado, declaro que:

Lamentavelmente, por desconhecer o conteúdo da decisão do ministro Edson Fachin, não tenho, neste momento, elementos suficientes que me permitam rebater as supostas acusações feitas contra mim e o meu marido, mas afirmo categoricamente que, em toda a minha vida pública, nunca participei corrupção e nunca aceitei participar de qualquer movimento de grupos fora da lei. Estarei à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários de maneira a eliminar qualquer dúvida sobre a nossa conduta.

Sigo trabalhando no Senado pelo Brasil e pelo Tocantins. Minha história e minha correção são a base fundamental da minha defesa.

Senadora Kátia Abreu


Irajá Abreu

NOTA  À IMPRENSA

“Venho esclarecer a respeito da matéria jornalística publicada na imprensa que;

O meu nome não foi apresentado na “lista” do Ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a abertura de inquérito de 9 ministros, 29 senadores e 42 deputados Federais. Pelo contrário, este mesmo Ministro devolveu o meu processo à Procuradoria-Geral da República (PGR).

Reitero, que todas as doações feitas para as minhas campanhas eleitorais foram realizadas dentro da lei, devidamente declaradas e aprovadas pelo TRE/TO. Confio plenamente na Justiça, portanto, não temo qualquer investigação e me coloco à disposição para todos os esclarecimentos necessários.

Continuarei trabalhando pelo Estado do Tocantins no Congresso Nacional, sempre cumprindo com responsabilidade o desafio a mim confiado por milhares de Tocantinenses, seguindo o princípio da legalidade que é formador do meu caráter como homem, cidadão e parlamentar”.

Irajá Abreu

Deputado Federal


 

Deputado estadual Eduardo Siqueira Campos e ex-governador Siqueira Campos:

O deputado Eduardo Siqueira Campos e o ex-governador Siqueira Campos não tiveram acesso aos depoimentos que trazem qualquer citação de seus nomes na lista divulgada pelo ministro Luís Edson Fachin. O que se sabe até o momento é que o teor dos depoimentos coletados serão remetidos ao foro competente para verificação, arquivamento ou processo que permita o contraditório e a ampla defesa. Sem processo aberto, nem conhecimento de acusação formal que possa ser rebatida, não cabe qualquer declaração, mas apenas reafirmar, que tanto o deputado Eduardo Siqueira Campos, quanto o ex-governador Siqueira Campos, sempre pautaram suas vidas obedecendo os preceitos legais, com ética, transparência e respeito ao povo Tocantinense .

Élcio Mendes

Assessoria de Imprensa


Prefeito Ronaldo Dimas:

“Bom dia! Uma manhã estranha esta de hoje, 12 de abril de 2017.

Como nem sei qual o teor e muito menos do que estou sendo acusado, informo que não recebi nenhum recurso ilícito e todas as contas das campanhas eleitorais que participei foram aprovadas.

É de conhecimento comum que a Odebrecht era a acionista majoritária da Saneatins e o que tivemos ao longo dos últimos quatro anos foi um relacionamento muito difícil, sempre exigindo melhorias na qualidade dos serviços, em função dos inúmeros estragos na pavimentação causados pelos frequentes vazamentos na rede de distribuição de água e o atraso na implantação da rede de tratamento de esgoto de Araguaína.

Me pronunciarei com maior clareza após ter todas as informações.

Ronaldo Dimas”

 

Laja Jato Ministro Edson Fachin
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