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Lar»Notícias»Brasil»Ministra da Igualdade Racial considera a expressão científica buraco negro como palavra racista
Brasil

Ministra da Igualdade Racial considera a expressão científica buraco negro como palavra racista

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins1 de novembro de 2023 - 19:423 minutos de leitura
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Por Wesley Silas

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse, nesta quarta-feira (1º), que é preciso fazer com que os brasileiros passem a ter consciência racial. Uma das afirmações polêmicas em que ela usou a expressão buraco negro como uma palavra racista. Em matéria divulgada, o G1 lembrou que Albert Einstein foi quem previu pela primeira vez a existência de buracos negros em 1916, mas foi somente em 1967 que o termo foi cunhado pelo astrônomo americano John Wheeler, e desde então se popularizou.

Na matéria, o G1 foi pedagógico ao citar que “em poucas palavras, um buraco negro é uma espécie de abismo cósmico que suga para si tudo o que se aproxima – a uma determinada distância – dele. Como falamos, nem mesmo a luz escapa de ser atraída por esses objetos. E é por isso que os buracos negros são, de fato, negros. E isso acontece por um motivo: a atração gravitacional desses corpos é extremamente forte”.

De acordo com um recente estudo publicado na revista Nature e divulgado pela Science Alert, o buraco negro no centro da Via Láctea está girando incrivelmente rápido. Isto porque, para tudo o que gira, existe uma taxa máxima na qual o objeto pode girar. E, segundo os astrônomos, o buraco negro em nossa galáxia está girando quase em sua velocidade máxima.

O G1 lembrou que o termo se refere ao fato de que tudo que é atraído pela força da gravidade para um buraco negro fica preso “dentro” dele e parece desaparecer, tal como num buraco.

“[Nos buracos negros] temos uma situação que nem a luz escapa. Então, a matéria vai ser atraída e vai cair como se estivesse caindo num buraco, numa caçapa. Por isso, esse nome buraco foi dado metaforicamente”, diz o astrofísico e docente da FEI, Cássio Barbosa ao G1.

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De volta à realidade

Segundo a ministra, apesar de ter 56% da população negra, o país continua registrando dados alarmantes de racismo.

“Costumo dizer que este é um mês em que se fala muito, assim como os meses de março (Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial) e julho (.Julho das Mulheres Negras). A gente precisa entender esse ministério, o retorno do presidente Lula e o retorno da pauta da consciência racial como ferramenta para que as pessoas negras possam viver as realidades que, infelizmente, ainda as cercam.”

Segundo Anielle, o governo federal pretende entregar no próximo dia 20 – Dia da Consciência Negra – um segundo pacote de medidas voltadas para a população negra, incluindo a publicação de editais e a estruturação de programas.

Cotas

Uma das políticas de destaque citadas pela ministra é a chamada Lei de Cotas nas universidades brasileiras, que recentemente passou por uma revisão. Segundo ela, antes da lei, entre 3% e 5% dos estudantes de ensino superior eram negros. O percentual, agora chega a 50%. “Sou fruto de cotas. Entrei na UERJ [Universidade do Estado do Rio de Janeiro] em terceiro lugar para fazer minha graduação como cotista”.

Crimes

Durante o programa, Anielle defendeu mais punição para crimes de racismo e voltou a destacar a importância de educar a população para conscientizar as pessoas sobre o preconceito racial. “É inadmissível que a gente tenha, em 2023, pessoas que cometem atos racistas, que achem que estão corretas e que ainda culpam o governo”.

Fonte: G1 e Agência Brasil

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