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Destaques

Motorista condenado a 12 anos de prisão por homicídio é acusado de mais quatro assassinatos em Gurupi

O motorista Beneir Vieira Fernandes foi condenado a 12 anos e seis meses de prisão pelo assassinato de Gilliard Pereira Cabral, de 32 anos. Ele é também apontado como o autor do assassinato de Willian Gonçalves de Souza e de Cezar Augusto Ribeiro Amaral, em 2014, e pelo assassinato de Felipe Santos de Carvalho, em 2015.
Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins29 de fevereiro de 2024 - 18:262 minutos de leitura
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Por Redação .

Em Tribunal do Júri realizado em Gurupi nesta quarta-feira, 28,  o motorista Beneir Vieira Fernandes foi condenado a 12 anos e seis meses de prisão pelo assassinato de Gilliard Pereira Cabral, de 32 anos. O Conselho de Sentença acatou integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público do Tocantins, que alegou homicídio praticado por motivo fútil e com recurso de recurso que dificultou a defesa da vítima.

O crime ocorreu em 2018. Gilliard  foi baleado com dois tiros na cabeça em um bar no setor Vila São José, em Gurupi. A vítima chegou a ser socorrida e levada ao Hospital, mas morreu alguns dias depois.

O MPTO foi representado no Tribunal pelos promotores de Justiça Rafael Pinto Alamy e Breno de Oliveira Simonassi.

Novo Julgamento


Na pŕoxima segunda-feira, 03 de março, Beneir Fernandes será julgado por outro crime. Ele é acusado do assassinato de Fábio da Silva Jacino, em 2015, também em Gurupi.

Segundo denúncia do MPTO,  a vítima encontrava-se na porta de sua residência quando foi surpreendida pelo denunciado, que efetuou vários disparos de arma de fogo, atingindo-o no tórax e pescoço.

Outras denúncias


Beneir também é denunciado pelo MInistério Público do Tocantins como o autor de três casos ainda não julgados, todos em Gurupi e com as mesmas características: uso de arma de fogo e sem motivação aparente.

Ele é apontado como o autor do assassinato  de Willian Gonçalves de Souza e de Cezar Augusto Ribeiro Amaral,  em 2014, e pelo assassinato de Felipe Santos de Carvalho,  em 2015.

(Texto: Daianne Fernandes – Ascom MPTO)

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