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Opinião: O quarto Poder

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins9 de abril de 2016 - 23:474 minutos de leitura
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João Nunes da Silva

Doutor em Comunicação e cultura contemporâneas, Mestre em Sociologia e Professor da UFT Campus de Arraias. Trabalha com projetos em cinema e educação.

Não é de hoje que se fala sobre a mídia como o quarto poder. Em 1997 um filme estadunidense com esse título O quarto poder(dirigido por Costa Gravas) fez bastante sucesso; o filme, que tem como protagonistas John Travolta e Dustin Hoffman trata da história de um jornalista que fazia uma cobertura sem muita importância em um museu de história natural, quando na ocasião testemunha um segurança do museu, que foi demitido, pedir seu emprego de volta enquanto ameaçava a diretora do museu com uma espingarda.

A partir desse episódio o jornalista resolve criar uma situação tornando o caso bastante conhecido por meio da TV. Ele manipula o fato inclusive prometendo ao segurança que sensibilizaria a população de modo que traria o emprego do vigilante de volta, mas as coisas saem do controle.

João Nune poderEsse filme favorece elementos para uma análise crítica sobre a mídia e seu papel na sociedade, especialmente sobre as estratégias de manipulação jornalísticas para criar uma situação favorável ou desfavorável a uma pessoa, grupo ou instituição, conforme seja a motivação. A grande mídia vive disso, afinal, é controlada por magnatas e atende os interesses de seus principais anunciantes, o que nem sempre corresponde aos interesses da maioria da população.

Em 2015 o jornalista brasileiro Paulo Henrique Amorim publicou o livro O quarto poder- uma outra história. O livro demonstra os bastidores da grande imprensa e revela a íntima relação entre mídia e poder, principalmente a forma como os magnatas da imprensa interferem ou tentam interferir na política de um país a todo momento de modo a usar de todos os artifícios possíveis para manipular a população para fazer valer seus interesses.

Dentre os vários recursos utilizados para manipular encontram-se a criação de falsas notícias, fragmentos de falas ou depoimentos deslocados do contexto, entre outras estratégias. Quando se trata de um político apoiado pela emissora, esta faz de tudo para evidenciá-lo nas melhores situações possíveis, enquanto que aquele político que não é do gosto da emissora acontece exatamente o contrário; ou seja, mostrar o pior dele e o melhor do outro. Se você tiver o mínimo de atenção verá que ainda hoje acontecem coisas desse tipo.

Desde que aconteceu a última eleição presidencial é importante que você perceba como os assuntos relacionados a política são tratados pelas principais emissoras de Televisão do país; as estratégias de manipulação são nítidas para quem tem o cuidado de observar.

Assistimos atualmente a um verdadeiro circo de horrores propiciados pela mídia na cobertura de operações como a Lava jato e das ações dos parlamentares em torno do processo em andamento de impeachement da presidente.

É indispensável saber o que há por trás das notícias, ou melhor, saber o que não está sendo evidenciado, pois, é pelo que não se noticia nas grandes emissoras que devemos ficar de olho ao que corresponde à realidade dos fatos e ao que constitui pura manipulação.

É importante sim saber analisar para não sair por aí repetindo como papagaio o que se passa na TV ou nos principais jornais, pois, todo jornalismo é organizado de acordo com os interesses que estão em jogo. Quando não se tem o cuidado de filtrar o que se vê na TV significa que você está sendo manipulado e não vê.

A dica para quem não se liga nas estratégias de manipulação midiática é desconfiar sempre e ir à procura de outras fontes, afinal você tem a internet também e nela você pode participar ativamente, questionar, compartilhar e fazer suas escolhas. Não seja bobo.

Costa Gravas Dustin Hoffman João Nunes da Silva John Travolta O quarto Poder Paulo Henrique Amorim
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