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Por que Temer ainda não caiu?

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins9 de julho de 2017 - 23:054 minutos de leitura
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“A apatia da maioria da população é o que assegura um governo impopular e ilegítimo a frente da presidência. Além disso, o fisiologismo, a compra de parlamentares e o cinismo mantêm um governo sem voto e impopular agindo a serviço do desmonte do Estado em prol dos interesses do mercado.” João Nunes da Silva 


João Nunes da Silva

Doutor em comunicação e cultura contemporâneas, Mestre em Sociologia e professor da UFT. Trabalha como projeto em cinema e educação.


Por que razão Temer ainda não caiu depois da evidência de crimes praticados por ele e sua trupe, e depois de tanta lambança e de tanta maldade já praticada contra o povo? Essa é a pergunta que não quer calar e que certamente merece resposta.

Já ficou evidente que Temer chegou ao governo por meio de um golpe disfarçado de impeachment que tirou Dilma Rousseff do mais alto cargo do páís sem nenhuma justificativa plausível, depois que a então oposição (hoje situação) não aceitou mais uma derrota.

Pois bem, assumiu a presidência o ilegítimo Michel Temer, que hoje tem a aprovação de apenas 7% da população, segundo datafolha e com grande parte de seus ministros  implicados na Lava Jato, além dele próprio, verdadeiro chefe de uma quadrilha que assaltou o poder e a cada dia “presenteia” o trabalhador retirando seus direitos mais básicos.

Como se não bastasse Temer foi pego numa gravação claramente suspeito com o dono de uma das maiores empresas do Brasil, a JBS; enquanto isso seu principal assessor foi filmado com uma mala de quinhentos mil reais, dinheiro destinado à corrupção.

Após os escândalos que vieram a tona Temer perdeu o apoio da principal rede de TV do país, antes uma das principais articuladoras pelo injustificável e vergonhoso impeachment.

Mas após todos esses eventos Temer se mantém no governo, por incrível que pareça; por que será?

“É fato que as articulações não faltam para manter no poder um governo escancaradamente vergonhoso”, João Nunes.

É fato que as articulações não faltam para manter no poder um governo escancaradamente vergonhoso marcado por esquemas de corrupção e, como se não bastasse, responsável por medidas extremamente impopulares, como é o caso das reformas em curso, tais como a reforma trabalhista e a previdenciária as quais retiram os principais direitos conquistados a duras penas pelos trabalhadores ao longo dos tempos.

Mesmo com esse cenário de escândalos as panelas que antes se viam barulhentas para a derrubada de uma presidente eleita legitimamente agora silenciaram e o povo não vai às ruas e continua a vê novelas; enquanto isso um governo ilegítimo segue adiante e tudo continua como se nada tivesse acontecendo; é incrível!

É fato que a mídia tradicional, o STF, o congresso e o judiciário mantém a escrita da institucionalidade e asseguram as reformas que colocam os trabalhadores em uma situação de servidão.

A apatia da maioria da população é o que assegura um governo impopular e ilegítimo a frente da presidência. Além disso, o fisiologismo, a compra de parlamentares e o cinismo mantêm um governo sem voto e impopular agindo a serviço do desmonte do Estado em prol dos interesses do mercado.

Os últimos acontecimentos envolvendo o presidente sem legitimidade e sua trupe, inclusive com denuncias relacionadas à base de apoio e o calendário eleitoral que se avizinha dão conta de que inevitavelmente Temer não se sustentará por muito tempo.

As articulações para que o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, assuma a presidência do país se mostram cada vez mais evidente, o que não resolverá absolutamente nada, pelo menos para a maioria da população.

As últimas movimentações em torno do nome de Maia se dão exatamente para que este assegure a continuidade das reformas previstas e impostas pelo mercado. Não esqueçam que o Maia é o “Botafogo” da lista da Odebrecht.

A única forma viável para resolver a situação que se encontra hoje o país é a saída de Temer e a convocação de eleições diretas; coisa que esse parlamento fará o possível para que não aconteça.

Enquanto isso o gado continua pastando.

João Nunes da Silva Michel Temer
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