Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
sexta-feira, 13 março
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Política»Eleições»Amastha lamenta que Tocantins virou “laboratório jurídico”, culpa velha política e pede pacto pela estabilidade
Eleições

Amastha lamenta que Tocantins virou “laboratório jurídico”, culpa velha política e pede pacto pela estabilidade

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins7 de abril de 2018 - 17:023 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

“O Tocantins parou há mais de dez anos quando a velha política rompeu relações e, a partir daí, um quis derrubar o outro na Justiça. E, de lá para cá, o Estado do Tocantins, mesmo cheio de potencialidades, não recebeu o tratamento necessário de seus governantes. O Tocantins parou no tempo e os governadores desde então só pensaram em anular um ao outro. O resultado é isso: as instituições usam esse Estado tão rico como laboratório jurídico”, comentou o prefeito de Palmas, Carlos Amastha.

por Redação


O ex-prefeito de Palmas e pré-candidato do PSB ao governo do Estado, Carlos Amastha lamentou na tarde desta sexta-feira, dia 6, o agravamento da instabilidade política e administrativa do Tocantins provocada pela recondução provisória ao cargo do governador cassado Marcelo Miranda e de sua vice, Cláudia Lélis.  “Olhem a loucura… Em três dias o Ministério Público deve fazer sua manifestação. O julgamento dos embargos pode acontecer na próxima semana. Sai definitivo MM [Marcelo Miranda]. Viramos laboratório. Falta de respeito com todos nós”, se manifestou, por meio de sua conta no Twitter. “Temos a obrigação (partidos políticos, instituições e a sociedade civil organizada) de fazer um pacto pela estabilidade do Estado. Nada pode ser mais importante do que o Tocantins”, emendou.

A decisão provisória que determinou a volta de Miranda ao comando do Palácio Araguaia é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. A liminar foi divulgada pelo STF no final da manhã desta sexta-feira. Miranda foi cassado no dia 22 de março e foi substituído pelo presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Mauro Carlesse. Nesse período, 70 gestores das secretarias e autarquias do Estado deixaram os cargos junto com o governador cassado. E o governador interino fez algumas substituições e começou até mesmo a anunciar projetos de governo. “Isso é inadmissível. Uma troca de governo por via judicial já representa um impacto negativo para o Estado, com reflexos nos setores administrativos, econômicos. Quem de fora investe num Estado numa situação dessas?”, lamentou Amastha.

Para ele, a instabilidade política e administrativa é responsabilidade do que classifica de “velha política”. “Disse isso logo após a cassação, no último dia 22. O Tocantins parou há mais de dez anos quando a velha política rompeu relações e, a partir daí, um quis derrubar o outro na Justiça. E, de lá para cá, o Estado do Tocantins, mesmo cheio de potencialidades, não recebeu o tratamento necessário de seus governantes. O Tocantins parou no tempo e os governadores desde então só pensaram em anular um ao outro. O resultado é isso: as instituições usam esse Estado tão rico como laboratório jurídico”, comentou.

Para Amastha, o Tocantins “não merece isso”. “Um Estado como esse não merece mais isso. É preciso arrumar essa bagunça”, disse. Na visão do ex-prefeito da Capital, os políticos que querem o bem e o desenvolvimento do Tocantins e os representantes da sociedade civil organizada do Estado devem se unir “neste momento de grave crise política”. “Precisamos juntar os agentes políticos que de fato querem o melhor para o Estado, que querem desenvolver projetos para o Tocantins com as entidades para buscarmos a estabilidade. Nós estamos à disposição. Esse Estado não tem um grande projeto há mais de 10 anos por culpa dessa velha política que deixou a situação chegar neste estágio”, finalizou.

Carlos Amastha tocantins
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Laurez rebate Governo do Tocantins e afirma que dívidas do Plano Servir são ‘problema acumulado’ antes da gestão interina

12 de março de 2026 - 19:16

Em Gurupi, Amélio Cayres consolida pré-candidatura ao Governo e defende celeridade nas obras do HGG

12 de março de 2026 - 15:42

Editorial | O Custo silencioso da ausência: Por que o Sul do Tocantins precisa de voz em Brasília

11 de março de 2026 - 18:03

Representatividade em xeque: A encruzilhada política que pode deixar o Sul do Tocantins, mais uma vez, sem voz em Brasília

11 de março de 2026 - 17:57

Com meta de reunir até 600 ex-prefeitos, Associação é reativada no Tocantins para enfrentar “apagão de defesa” de ex-gestores

11 de março de 2026 - 15:13

Com relatoria de Dorinha, Senado aprova programa nacional ‘Antes que Aconteça’ para prevenir violência contra mulheres

11 de março de 2026 - 11:38
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.