De acordo com o Promotor de Justiça de Porto Nacional, Diego Nardo, na noite do sábado um homem foi preso por homicídio tentado, tráfico de drogas e, durante o interrogatório ele chegou a declarar fazer parte de uma perigosa facção criminosa.
por Wesley Silas
Conforme o Promotor de Justiça, o acusado, que não teve o nome divulgado, foi preso por populares que em seguida o entregaram para a Polícia. Com ele, a polícia encontrou 36 porções de droga para tráfico, cartinha do Comando Vermelho, vários depósitos bancários em nome de mulheres (suspeita de que trabalha nas pensões das mulheres de presos faccionados).
Além dos crimes, outro fato que chamou atenção aconteceu no momento em que a escrivã foi ao banheiro e o preso subtraiu do processo o papel de seu interrogatório, eliminando as provas do seu depoimento. Sem a cópia do interrogatório, a Defensora Pública alegou que não tinha prova do crime, circunstâncias que favorecia o preso ser solto após a audiência de custódia.
“No dia seguinte da prisão quando teve a audiência de custódia, a defesa pediu a liberdade dele dizendo que não tinha provas e eu fui atrás do interrogatório, por ter achado estranho não ter no processo, e coloquei o pessoal na delegacia para pesquisar. Eles descobriram que o acusado tinha furtado o interrogatório e, imprimiram uma segunda via e deram para ele assinar ainda durante a audiência e quase ele foi solto. Daí fizemos um parecer para manter ele preso”, disse o promotor.






