Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
domingo, 31 maio
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Negócios»Agronegócio»Aprosoja Tocantins cobra ações contra criminosos que provocam incêndios florestais
Agronegócio

Aprosoja Tocantins cobra ações contra criminosos que provocam incêndios florestais

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins18 de setembro de 2024 - 17:084 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

 

Os maiores prejudicados são os produtores rurais

Por Redação

Os incêndios florestais criminosos têm causado estragos significativos na agricultura do Tocantins, impactando diretamente a vida de milhares de produtores rurais. De acordo com a Aprosoja Tocantins, o setor agrícola é o mais prejudicado por essas práticas destrutivas, que não apenas degradam o solo e comprometem a produção, mas também afetam a saúde e o bem-estar das comunidades rurais.

A Aprosoja Tocantins, representando os interesses de muitos produtores do estado, repudia qualquer ação de queimadas sem a devida autorização dos órgãos competentes. A associação defende que a punição dos infratores é essencial para prevenir futuros danos e proteger o setor agrícola, assim como o meio ambiente.

Foto: João Carlos/Defesa Civil.

A presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Schneider Barcellos, destaca a gravidade da situação: “Além das perdas financeiras significativas, os agricultores do Tocantins estão sendo severamente impactados pelos incêndios, que devastam grandes áreas de cultivo, reduzem a fertilidade do solo e liberam poluentes prejudiciais à qualidade do ar e à saúde das pessoas nas proximidades. É importante que os responsáveis por essas ações irresponsáveis sejam identificados e punidos adequadamente”, afirma Caroline.

Além de exigir ações punitivas, os associados da Aprosoja Tocantins estão comprometidos em promover práticas agrícolas sustentáveis e métodos de prevenção de incêndios. A associação acredita que, com a colaboração de todos os setores envolvidos, é possível minimizar os impactos das queimadas e garantir um ambiente mais seguro e produtivo para a agricultura.

O engenheiro agrônomo e produtor associado da Aprosoja, Paulo André Woicikoski, enfatiza que o fogo não é de interesse para nenhum produtor rural.

Foto: Arquivo Pessoal

“O produtor rural luta com todas as forças para proteger sua propriedade dos incêndios, porque tudo que ele constrói no solo é sustentado pela palha. A palha é fundamental para a vida do solo. Queimar a palha é um grande erro, pois ela é crucial para a saúde do solo. Quando a palha se decompõe, fornece nutrientes essenciais para uma variedade de microorganismos que vivem no solo. Portanto, a presença de palha é vital para manter a fertilidade e a vitalidade do solo”, explica.

Woicikoski destaca ainda que o principal impacto dos incêndios criminosos é a desproteção do solo. “A palhada no solo atua como um ‘protetor solar’, protegendo o solo e os microorganismos das altas temperaturas. Sem essa proteção, o solo fica exposto e perde sua vitalidade. Além disso, a decomposição da palha oferece alimento aos microorganismos, promovendo uma vida mais rica e saudável no solo. Portanto, as queimadas não só eliminam essa camada protetora, como também comprometem a microbiota essencial para a saúde do solo. Para nós, que valorizamos a fertilidade e a sustentabilidade, as queimadas são inaceitáveis e nunca são bem-vindas”, enfatiza o agrônomo.

E conclui: “Enfrentamos grandes desafios no combate a incêndios devido à falta de equipamentos e suporte adequado do Estado e municípios, que muitas vezes carecem de infraestrutura. Apesar das limitações das unidades do Corpo de Bombeiros, os produtores adotam medidas preventivas, como aceiros e a limpeza das divisas e estradas. Utilizam também drones para monitoramento e mantêm tanques de água e outras ferramentas para agir rapidamente.”

Suspensão das autorizações para uso do fogo

Desde 20 de julho, todas as autorizações ambientais para queima controlada no Tocantins estão suspensas, e novas emissões não serão feitas até 30 de outubro de 2024. Na prática, o uso do fogo está oficialmente proibido no estado.

A medida, publicada pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), é decretada anualmente e visa reduzir a incidência de incêndios florestais e proteger o meio ambiente.

Por Yuri Felipe Sousa/Kiw Assessoria de Comunicação. 
Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

ABCB defende abordagem técnica para búfalos na Reserva do Guaporé

31 de maio de 2026 - 13:05

Escola do Agro premia estudantes no 2º Concurso de Redação durante a 51ª Expo Gurupi

30 de maio de 2026 - 17:35

Prefeitura de Figueirópolis deve paralisar obras de balneário por danos ambientais

30 de maio de 2026 - 15:46

Com Fila de vereadores e lideranças na Câmara de Gurupi, Alexandre Guimarães buscar encurralar seus opositores

29 de maio de 2026 - 22:16

Rodeio emocionante e shows de Murilo Huff e Gustavo Mioto levam multidão à 51ª Expo Gurupi

29 de maio de 2026 - 15:07

Expectativa toma conta de Gurupi para a grande abertura do rodeio da 51ª Expo Gurupi nesta quinta-feira, 28

28 de maio de 2026 - 16:21
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.