Por Wesley Silas
No dia 3 de setembro, o ministro Mauro Campbell, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu pelo afastamento cautelar do governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, por um período de seis meses, em decorrência da 2ª fase da Operação Fames-19, que investiga supostos desvios de mais de R$ 73 milhões em contratos de cestas básicas.
Nesta terça-feira, 23, um parecer da Procuradoria Geral da República (PGR) foi incorporado ao processo, posicionando-se contrariamente ao retorno do governador ao cargo. Este parecer levanta questões importantes para o futuro político não somente de Wanderlei Barbosa, mas também para a administração do estado. Agora, a expectativa se volta para a decisão do ministro Edson Fachin, que analisará o recurso apresentado pelo governador afastado, no qual solicita sua reintegração ao mandato.
Em meio a essa situação conturbada, um dos principais aliados do governador em exercício, Laurez Moreira, manifestou um tom de otimismo e afirmou: “Na nossa opinião, estamos sem risco”. Por outro lado, aliados do governador Wanderlei ainda se mostram resilientes e esperançosos, mesmo diante das adversidades, continuam a acreditar na possibilidade de uma reviravolta judicial que poderá trazer o governador de volta ao cargo.
Nas mãos do ministro Edson Fachin
Agora que o processo já se encontra à espera da decisão do relator, o ministro Edson Fachin, que faz parte do Supremo Tribunal Federal (STF), está previsto a analisar o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Wanderlei Barbosa, membro do Republicanos, até esta sexta-feira, dia 26. Este pedido tem como objetivo reintegrar o governador afastado ao seu cargo.
Fique atento às nossas atualizações, pois o desdobramento deste caso está gerando grandes repercussões no cenário político do Tocantins e poderá impactar a dinâmica política do estado e nas eleições de 2026.







