da redação
A gestão do prefeito Josemar Carlos Casarin, de Colinas do Tocantins, vive um novo capítulo de instabilidade política. Em menos de duas semanas, um segundo pedido de impeachment foi protocolado na Câmara Municipal, ampliando a crise entre o Executivo e o Legislativo local.
O clima é de tensão política, já que Casarin conta atualmente com o apoio de apenas três dos 13 vereadores, cenário que aumenta a pressão sobre sua permanência no cargo.
O novo pedido foi apresentado pelo morador Victor Augusto Mariano, que aponta possíveis irregularidades em pagamentos no valor de R$ 144.666,66 e na locação de um imóvel que teria sido destinado ao Conselho Tutelar, mas nunca utilizado.
O primeiro pedido de impeachment foi protocolado no início de outubro pelo empresário e jornalista Ricardo Fernandes Almeida.
O processo se baseia no Decreto-Lei nº 201/1967, que estabelece punições a prefeitos por infrações político-administrativas. O caso agora será analisado pela Câmara, que decidirá se abre ou não o processo de cassação contra o gestor.







