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Empresa registrada em nome da esposa de Vicentinho Júnior teria movimentado R$ 170 milhões, diz PF; deputado nega e desafia se autodestruir politicamente, caso confirme a denúncia de corrupção

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins17 de dezembro de 2025 - 16:433 minutos de leitura
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Relatório da Polícia Federal aponta que GMD Borba funcionou como “conta de passagem” para repasses; pedido de bloqueio de bens foi negado pelo ministro Nunes Marques.

Por Wesley Silas, com informações do UOL

Segundo matéria veiculada no Portal UOL, relatório da Polícia Federal aponta que a GMD Borba Distribuidora Eireli, registrada em nome da esposa do deputado federal Vicentinho Júnior (PP-TO), teria movimentado cerca de R$ 170 milhões entre janeiro de 2019 e abril de 2025, valor incompatível com a atividade declarada da empresa. Em vídeo recente publicado em seu Instagram, o deputado afirmou que nunca foi “dono de verdade absoluta” e disse estar sujeito a erros e acertos, defendendo a própria biografia diante das investigações.

A Polícia Federal identificou movimentações financeiras atípicas na GMD Borba Distribuidora Eireli, empresa em nome de Gillaynny, esposa do parlamentar. Segundo o relatório, a firma registrou R$ 85 milhões em créditos e R$ 85 milhões em débitos no período analisado, totalizando R$ 170 milhões. Para os investigadores, a empresa teria funcionado como “conta de passagem”, sem retenção dos valores, possibilitando repasses cujo destinatário final poderia ser o deputado Vicentinho Júnior.

Diligências da PF no endereço da distribuidora apontaram ausência de atividade compatível com o volume financeiro: moradores relataram que o local chegou a abrigar uma pequena distribuidora de bebidas há dois ou três anos, sem operações recentes de grande porte. O relatório também observa que pagamentos à empresa persistiram mesmo após o falecimento do sogro apontado pelo deputado como proprietário.

Em trecho do documento, a PF sustenta, com “elevado grau de certeza”, que valores relacionados à planilha de controle de pagamentos de propina e ao codinome “VIC” teriam sido canalizados ao deputado Vicente Alves de Oliveira Júnior por meio da empresa registrada em nome de sua cônjuge.

Medidas cautelares

A Polícia Federal solicitou ao Judiciário o bloqueio de R$ 420 mil em bens atribuídos ao deputado e à esposa. O pedido foi indeferido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Nunes Marques, que entendeu não haver, até o momento, elementos suficientes para autorizar a medida cautelar requerida pela investigação.

Posicionamento do deputado

Em vídeo publicado no domingo, 14, nas redes sociais, Vicentinho Júnior afirmou que, ao longo de 11 anos de mandato, nunca foi “dono de verdade absoluta” e que, como qualquer pessoa, comete erros e acertos. No trecho citado no seu Instagram, o deputado disse: “No dia que um tocantinense descobrir que o deputado Vicentinho Júnior é investigado por um processo que seja de um ato de corrupção eu destruo a minha biografia… eu sou um cristal que se trincar eu não colo mais.” O parlamentar ressaltou ainda que não fugiu ao enfrentamento político ao longo da carreira.

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Novo vídeo:

Em outro vídeo publicado nesta quarta-feira, 17, o parlamentar se defendeu das acusações:

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Contexto político

Vicentinho Júnior tem histórico de embates públicos com governadores do estado: foi crítico dos governos de Marcelo Miranda, Mauro Carlesse e, mais recentemente, de Wanderlei Barbosa. Nos bastidores e na gestão estadual, atuou como aliado do vice-governador Laurez Moreira, que assumiu interinamente o governo por 90 dias durante o afastamento de Wanderlei Barbosa — período em que Vicentinho manteve articulação política ao lado do vice-governador.

A investigação da Polícia Federal indica indícios de uso de empresa de fachada para movimentações financeiras incompatíveis com sua atividade econômica e sugere que recursos teriam sido destinados ao deputado Vicentinho Júnior. A negativa do bloqueio de bens pelo ministro Nunes Marques não encerra as apurações; o caso segue sob investigação, cabendo à Justiça e às autoridades competentes a avaliação dos elementos colhidos e eventual responsabilização.

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