Por Redação
Neste sábado (12), os candidatos Eduardo Fortes (deputado estadual) e Luana Nunes (deputada federal) participaram da tradicional cavalgada da ExpoPeixe, no município de Peixe. O evento, organizado sob a gestão do presidente do Sindicato Rural, Pedro Luiz Prevedello, serviu de plataforma para que os políticos realizassem contato direto com eleitores e lideranças ligadas ao agronegócio, com o objetivo de consolidar suas bases na região sul do Tocantins.
Aproximação com o agronegócio local
A ExpoPeixe representa um dos principais encontros do setor produtivo do município. A organização liderada por Pedro Luiz Prevedello reúne produtores rurais, trabalhadores e empresários da área, público estratégico para as candidaturas majoritárias e proporcionais no estado. A inserção de Fortes e Nunes na programação oficial demonstra uma tentativa de alinhar as propostas de campanha às demandas econômicas locais, utilizando a estrutura da feira para ampliar o alcance de suas mensagens.
Mobilização e presença nas ruas
Acompanhados de suas comitivas, os candidatos cumpriram a agenda por meio do tradicional corpo a corpo durante a cavalgada. A estratégia focou na presença física continuada ao longo do trajeto, dialogando com os moradores da zona urbana e rural que acompanhavam o evento. A passagem por Peixe faz parte de um roteiro intensivo da campanha no interior. “É muito bom estar aqui, junto do povo de Peixe, participando desse momento de tradição. Mantemos o foco em ouvir, dialogar e cuidar das pessoas”, declarou Eduardo Fortes durante a atividade.
O peso do interior no cenário eleitoral
A incursão conjunta das campanhas de Eduardo Fortes e Luana Nunes na ExpoPeixe reflete um pragmatismo estratégico focado no peso do interior tocantinense. Ao marcarem presença em um evento estruturado pelo Sindicato Rural — uma entidade com forte influência na dinâmica econômica da região —, os candidatos sinalizam um alinhamento direto com o setor agropecuário. O crescimento perceptível da mobilização de ambas as candidaturas no sul do estado indica um esforço para transformar a adesão popular em eventos festivos em capital político concreto. O desafio de Fortes e Nunes, a partir dessa exposição, é garantir que a receptividade construída no contato direto se converta em vantagem competitiva nas urnas.










