O Plano de Mobilidade é voltado para os Municípios com mais de 20 mil habitantes e deve ser desenvolvido a partir de debates com a comunidade local; priorizar o transporte não motorizado e coletivo, com planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé e por bicicleta; e estar de acordo com o plano diretor das cidades.
Em razão da dificuldade técnica que muitas cidades enfrentam, a Confederação Nacional de Municípios (CNM), aponta que existe um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados pede o adiamento do prazo.
Neste sentido, no início desta semana o vereador Ivanilson Marinho (PMDB) apresentou um projeto em que ele solicita a reforma das calçadas nas principais avenidas de Gurupi. Já em 2013 um outro projeto de Lei de autoria do vereador Ataídes Salgada (PPS) regulamentou a Lei da Acessibilidade, mas desde então caiu no esquecimento.

A iniciativa do vereador Ataíde aconteceu no ano de 2013 no calor de um grande movimento promovido por alunos de escolas das redes públicas, privada e da Apae que promoveram um intenso apitaço protestando contra as barreiras arquitetônicas que impõem dificuldade dos cadeirantes e pedestres transitarem pelas calçadas e ruas de Gurupi. No próximo dia 04 de abril, completam dois anos e, praticamente, quase nada foi feito.
Para que servem as calçadas de Gurupi?
Na manhã desta quinta-feira, 16 percorremos o percurso da região liga o Setor Santa Rita e nova Fronteira até o Centro de Gurupi. As imagens dispensam comentários, devido aos inúmeros obstáculos que impedem até mesmo pedestres se limitação físicas de chegarem até o Centro da Cidade.

No trajeto que vai desde o Santa Rita que fica nas proximidades dos residenciais Bela Vista e Alvorada 1 e 2, conforme mostra a imagens abaixo, a falta de calçadas complicam ainda mais a vida das pessoas que buscam irem ao trabalho, principalmente os pedestres e ciclistas que em muitos pontos são obrigados a disputar espaços com os carros e impossibilita o acesso de cadeirantes ou pessoas com limitação físicas de saírem de suas casas para fazer ir ao comércio no Centro ou a uma agência bancária no Centro da Cidade.


Como mostram as imagens as principais barreiras são impostas por comerciantes, entulhos e falta de manutenção em espaços públicos em local onde existe prédios públicos, o que poderia ser minimizado com uma fiscalização mais atuantes.















