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Cidades

Morre o índio mais velho da tribo Avá Canoeiro

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins6 de junho de 2015 - 22:473 minutos de leitura
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Tutal Avá-canoeiro e sua família viviam de favor na aldeia Kanuanã na Ilha do Bananal, no município de Formoso do Araguaia. O corpo dele vai ser velado e enterrado na aldeia kanuanã.

O índio Tutal Avá-canoeiro, era o mais velho de um grupo de índios que ainda sobrevivem de favor na aldeia Canoanã, no município de Formoso do Araguaia.

Tutal, o mais velho do grupo, sabe somente rudimentos do português. (Foto: Wesley Silas)
Tutal, o mais velho do grupo, sabia somente rudimentos do português. (Foto: Wesley Silas)

Conforme foi divulgado por este portal, em fevereiro deste ano ele chegou a ser submetido a uma cirurgia neurológica para retirada de um tumor no cérebro e, apesar da gravidade, não teve assistência, como deveria, da Casa de Saúde Indígena de Gurupi (CASAI), e simpatizantes da causa tiveram que fazer uma campanha para arrecadar fraldas geriátrica.

 

Os avá-canoeiros

A situação vivenciada pelos avá-canoeiro é similar àquela dos índios com os quais os colonizadores estabeleceram contato nos primeiros anos após o descobrimento. Os primeiros não índios chegaram à Ilha do Bananal somente na década de 1930, quando houve significativa redução das populações javaé e karajá, que habitam até hoje o território. Os avá-canoeiro, que já vinham fugindo do não índio desde o atual norte de Goiás, foram finalmente contatados de forma violenta em 1973. Forçosamente alojados na aldeia Canoanã, passaram a ter uma existência à parte da sociedade indígena local. Não faziam parte da vida política/cultural, eram tratados e se sentiam como cativos de guerra. (Foto: MPF)
A situação vivenciada pelos avá-canoeiro é similar àquela dos índios com os quais os colonizadores estabeleceram contato nos primeiros anos após o descobrimento. Os primeiros não índios chegaram à Ilha do Bananal somente na década de 1930, quando houve significativa redução das populações javaé e karajá, que habitam até hoje o território. Os avá-canoeiro, que já vinham fugindo do não índio desde o atual norte de Goiás, foram finalmente contatados de forma violenta em 1973. Forçosamente alojados na aldeia Canoanã, passaram a ter uma existência à parte da sociedade indígena local. Não faziam parte da vida política/cultural, eram tratados e se sentiam como cativos de guerra. (Foto: MPF)

No artigo Os avá-canoeiro do Araguaia hoje: uma perspectiva de futuro, a antropóloga Patrícia Mendonça, esclarece que os avá-canoeiro ficaram conhecidos como um povo que resistiu ao colonizador, recusando-se a estabelecer contato pacífico. A perseguição e o extermínio da maioria levaram à sua dispersão e fragmentação em dois grupos. Apesar de eventuais confrontos, uma utilização diferenciada dos recursos naturais permitiu a convivência de um desses grupos, em um mesmo território, com os inimigos históricos javaé, pescadores e agricultores que se utilizavam preferencialmente das lagoas e rios. Devido à intensa perseguição, os avá-canoeiro se movimentavam mais no espaço e haviam abandonado a agricultura, tornando-se coletores e caçadores. Por questões de segurança, priorizavam as matas dos terrenos mais elevados entre os cursos d’água.

Após décadas de violências fomentadas pela sociedade regional e pelo Estado e convivência forçada e inferiorizada em território de etnia rival, a situação dos avá-canoeiro é considerada dramática. Apesar das severas condições alimentares terem sido relativamente atenuadas com o recebimento de aposentadorias e recursos de programas assistenciais nos últimos anos, sua marginalização social é reforçada de vários modos, um deles o não atendimento de seus pleitos em condições de igualdade com outros grupos étnicos.

De acordo com um estudo da antropóloga Patrícia Mendonça a situação vivenciada pelos avá-canoeiro é similar àquela dos índios com os quais os colonizadores estabeleceram contato nos primeiros anos após o descobrimento. Em abril de 2005 registramos a índia mais velhas da tribo, daquela época, Tatya Avá-canoeiro, que já faleceu, em situação precárias em um casebre na aldeia de Canoanã. (Foto: Wesley Silas)
De acordo com um estudo da antropóloga Patrícia Mendonça a situação vivenciada pelos avá-canoeiro é similar àquela dos índios com os quais os colonizadores estabeleceram contato nos primeiros anos após o descobrimento. Em abril de 2005 registramos a índia mais velhas da tribo, daquela época, Tatya Avá-canoeiro, que já faleceu, em situação precárias em um casebre na aldeia de Canoanã. (Foto: Wesley Silas)

Os sobreviventes do primeiro contato são apenas três pessoas, mas um grupo de descendentes que continuou se reproduzindo com índios javaé, tuxa e karajá soma hoje cerca de 20 pessoas. Apesar do forte contexto de discriminação, o grupo está em expansão, se autoidentifica como avá-canoeiro e mantém a língua de origem tupi-guarani viva, além de importantes conceitos e práticas culturais que os diferenciam de outras etnias indígenas e dos não índios. (Com informações do MPF).

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