Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
quarta-feira, 22 julho
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Notícias»Destaques»Justiça do Tocantins determina normalização de cirurgias pediátricas eletivas
Destaques

Justiça do Tocantins determina normalização de cirurgias pediátricas eletivas

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins3 de novembro de 2016 - 11:303 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

A Ação Civil Pública relata casos como o de um menino que aguarda por uma cirurgia há mais de oito anos e de uma recém-nascida que permaneceu sedada por três dias seguidos, à espera de cirurgião pediatra, instrumentador e sala cirúrgica disponíveis para seu procedimento.


O Ministério Público Estadual (MPE) e a Defensoria Pública do Estado (DPE) obtiveram decisão liminar favorável na Ação Civil Pública que requer que seja normalizada a realização de cirurgias pediátricas eletivas. O Estado do Tocantins tem 30 dias para apresentar plano para normalização dos procedimentos, além da logística necessária para o abastecimento de medicamentos, materiais, insumos e escala médica suficientes para realização das cirurgias.

Segundo informações prestadas por profissionais da saúde em reunião ocorrida em agosto deste ano, esse tipo de procedimento cirúrgico eletivo não é realizado desde abril de 2015, em razão da falta de profissionais, materiais, medicamentos e estrutura física. O fato teria gerado uma fila de espera formada atualmente por cerca de 700 crianças.

A decisão do Poder Judiciário também determina que a Secretaria de Saúde apresente a lista de pacientes que aguardam cirurgias e também regularize a fila de espera conforme a gravidade do quadro. Por fim, a liminar cobra a regularização da escala de profissionais de saúde nas unidades hospitalares.

Para a Promotora de Justiça Maria Roseli de Almeida Pery, uma das autoras da Ação, “é um absurdo que o Estado se limite a realizar cirurgias pediátricas somente nos casos de urgência e emergência, principalmente diante dos gastos com publicidade e outros dispensáveis”. Ela ainda afirma que a omissão estatal poderá acarretar responsabilização criminal, diante dos danos causados as crianças e dos riscos à que estão expostas.

Entenda

A Ação Civil Pública relata casos como o de um menino que aguarda por uma cirurgia há mais de oito anos e de uma recém-nascida que permaneceu sedada por três dias seguidos, à espera de cirurgião pediatra, instrumentador e sala cirúrgica disponíveis para seu procedimento.

Foto Ilustrativa.
Foto Ilustrativa.

Contribuiu para a suspensão das cirurgias pediátricas eletivas o fato de que a escala médica contempla apenas 15 dias do mês, levando os demais 15 dias a serem preenchidos por plantões extraordinários, nos quais não são realizadas cirurgias eletivas.

De acordo com o MPE e a DPE, há uma grave omissão do Estado, que pode ocasionar danos irreparáveis às crianças, sob vários aspectos. “Isso porque a não realização de procedimento cirúrgico em tempo hábil pode afetar o desenvolvimento adequado do menor de idade, sob os pontos de vista físico e mental”, aponta o texto da ação judicial.

A ACP foi proposta pela Promotora de Justiça Maria Roseli de Almeida Pery e pelo Defensor Público Arthur Luiz Pádua Marques.

Atuação conjunta

A propositura da Ação Civil Pública em conjunto pelo Ministério Público do Estado e pela Defensoria Pública do Estado visa otimizar o Sistema de Justiça; harmonizar a atuação destas instituições em matérias que recaem sobre ambas; priorizar a atuação voltada para a tutela difusa e coletiva, com vistas a diminuir as demandas individuais recorrentes que aportam nestas instituições e no Poder Judiciário; e buscar a eficiência da atuação do Ministério Público e da Defensoria Pública.

Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Homem é assassinado a tiros em Gurupi na noite desta terça-feira

22 de julho de 2026 - 10:02

Sinpol-TO alega legítima defesa sobre policial civil investigado por morte de jovem na Praia de Porto Franco do Araguaia

22 de julho de 2026 - 07:36

Vicentinho marca convenção do PSDB para 5 de agosto no Ginásio Ayrton Senna

21 de julho de 2026 - 09:51

Justiça afasta prefeito e vice de Goiatins e presidente da Câmara assume interinamente

20 de julho de 2026 - 21:14

Prefeito de Couto Magalhães cobra justiça contra policial civil de Gurupi suspeito de matar homem durante discussão em praia

20 de julho de 2026 - 17:45

Força Aérea investiga queda de avião no Tocantins que matou médico e esposa

20 de julho de 2026 - 13:23
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.