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Censo 2022: quase 31 mil tocantinenses trabalhavam em municípios diferentes dos que residiam

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins14 de outubro de 2025 - 20:339 minutos de leitura
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Segundo pesquisa do IBGE, motociclistas foi o principal meio de transporte para ir ao trabalho no Tocantins. Em Tabocão 57,2% dos trabalhadores usam motos para irem aos serviços e em Mateiros 56,7%. Já os automóveis tinham maior participação em Palmas (43,9%), Gurupi (34,8%) e Lagoa da Confusão (34,4%). Em Bom Jesus do Tocantins 34,5% trabalham e outros municípios a pesquisa mostra que quase 27 mil alunos estudavam em um local diferente da residência. Tocantins foi o terceiro estado com maior número de empregados no Brasil e quatro a cada dez tocantinenses recebiam até um salário mínimo para trabalhar

Por Redação

O IBGE traz dados preliminares da amostra sobre trabalho e rendimentos que foram investigados durante o Censo 2022. A pesquisa mostrou que 30.848 tocantinenses com dez anos ou mais de idade trabalhavam em outro município sem ser o do domicílio principal. Em outro país, foram contabilizados 103 informantes, enquanto em mais de um município ou país foram 4.233. No município de residência eram 608.245, enquanto no próprio domicílio de residência somou 106.926 pessoas na ocasião.

Bom Jesus do Tocantins teve a maior proporção entre as cidades do estado de pessoas que trabalham em outro município, sendo 34,5%. São Miguel do Tocantins (27,8%) e Santa Terezinha do Tocantins (20,5%) completam o ranking. Abreulândia (0,84%) e Mateiros (0,21%) registraram os menores índices.

Tocantins é um dos estados que as pessoas chegam mais rápido ao trabalho

Entre as Unidades da Federação (UF), o Tocantins só fica atrás de Rondônia no quantitativo de pessoas que gastaram até 15 minutos para ir ao trabalho, sendo 55,2% dos tocantinenses ante 55,8% dos rondonienses.

No estado, pessoas que gastaram entre quinze minutos até meia hora foram 28,6% e mais de meia hora até uma hora foi 11,1%. Mais de uma hora até duas horas foram 4,41% e acima de duas horas somaram 0,2% do total.

Motocicleta foi o principal meio de transporte para ir ao trabalho no Tocantins

O Censo 2022 também investigou sobre os meios de transporte nos deslocamentos ao trabalho e pôde ser visto que o mais usado no estado foi a motocicleta, sendo 34,8% do total. Automóvel teve o segundo maior quantitativo, com 29%. A pé marcou 14,6%, enquanto bicicleta e ônibus marcaram 9,7% e 4,4%, respectivamente.

As motos foram proporcionalmente mais utilizadas para ir ao trabalho em Tabocão (57,2%), Mateiros (56,7%) e Juarina (54,4%). Já os automóveis tinham maior participação em Palmas (43,9%), Gurupi (34,8%) e Lagoa da Confusão (34,4%). Rio da Conceição teve a concentração de pessoas que se deslocavam para trabalhar mais elevada (65,4%), seguida de Chapada da Natividade (51,5%) e Taipas do Tocantins (47,8%). A pé, foram Bandeirantes do Tocantins (25,3%), Darcinópolis (16,6%) e Palmas (16,5%).

Quase 27 mil alunos estudavam em um local diferente da residência

Ao investigar sobre os estudantes que se deslocavam para outras localidades para frequentar algum colégio, escola, creche, universidade, instituto técnico etc., o Censo 2022 mostrou que 26.947 pessoas (6,8%) estavam nesta condição. Proporcionalmente, Chapada da Natividade (26%), Santa Rita do Tocantins (24,6%), Talismã (21,9%) e Crixás do Tocantins (21,8%).

O grupo de idade que mais estuda fora foi o de adultos de 25 a 64 anos, sendo 9.662 pessoas. Estudantes de 18 a 24 anos foram o segundo maior quantitativo, sendo 8.646. Tocantinenses de onze a 17 anos somaram 5.257 e, de zero a dez anos foram 2.666. Idosos acima de 65 representaram 716 no total.

Quase metade de todos os estudantes enfrentavam algum deslocamento entre municípios para cursar nível superior de graduação (12.522). Ensino fundamental e médio tiveram uma participação considerável, sendo 6.375 e 4.536, respectivamente. Especialização de nível superior, mestrado ou doutorado somaram 2.317 estudantes na ocasião. Creche (479), pré-escolar (395) e educação de jovens e adultos (323) representaram os menores quantitativos.

Nível de ocupação no Tocantins atingiu 54,8%

De acordo com o Censo 2022, o nível de ocupação no estado das pessoas de 14 anos ou mais, que é definido como a razão entre pessoas ocupadas e a população residente, foi de 54,78%, número maior que o atingido no Brasil de 53,5% e da Região Norte, que obteve 48,4%.

Entre os municípios, Palmas, São Félix do Tocantins e Marianópolis do Tocantins tiveram os maiores níveis de ocupação, sendo 66,9%, 62,7% e 62%, respectivamente. Já os menores resultados vieram de Chapada da Natividade (30,6%), Ponte Alta do Bom Jesus (25,4%) e Recursolândia (19,6%).

Ao dividir por sexo, o nível de ocupação entre os homens no estado foi superior ao das mulheres. Eles marcaram 64,7% na ocasião, enquanto elas foram 44,9%. Sobre cor ou raça, pessoas amarelas tiveram o maior valor, com 59,4%. Tocantinenses autodeclarados pretos tiveram 56,5%, enquanto brancos, 56,1%. Pardos tiveram nível de 54,2, enquanto indígenas foram 33,2%.

Ao responder o questionário sobre trabalho, as pessoas de 14 anos ou mais ocupadas que faziam contribuição para alguma previdência era de 61% no Tocantins, ante 39% dos que não contribuíam. Nacionalmente, a média foi de 67,2% que contribuíam e 32,8% que não.

Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas foi a seção que mais empregou no Tocantins

Na separação por seções, o Censo 2022 mostrou que 16,8% da população tocantinense estava ocupada com comércio ou reparação de veículos automotores e motocicletas. A agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura representaram 11,4% do montante, enquanto a construção era de 8,8% e, a educação, participou de 8,0%.

Alguns outros dados por seções mostraram proporção de 7,8% na administração pública, defesa e seguridade social; 6,2% na saúde humana e serviços sociais; 5,3% em serviços domésticos e 4,7% no transporte, armazenagem e correio.

Tocantins foi o terceiro estado com maior número de empregados no Brasil

A posição de ocupação no trabalho mostrou que o Tocantins tinha 72,4% da população como empregada, ficando atrás somente do Distrito Federal (75,7%) e Mato Grosso do Sul (72,8%). No somatório, foram considerados empregados do setor privado, trabalhadores domésticos, empregados de empresas estatais e militares do exército, marinha, aeronáutica, da polícia militar ou do corpo de bombeiros militar.

Empregadores (com pelo menos um empregado) foram 3,3% da categoria, enquanto pessoas ocupadas por conta própria (sem empregados) representaram 23,4%. Trabalhadores familiares auxiliares somaram 0,9% do total.

Quatro a cada dez tocantinenses recebiam até um salário mínimo para trabalhar

Ao investigar as classes de rendimento das pessoas com 14 anos ou mais que estavam ocupadas na semana de referência, foi visto que 42,3% dos tocantinenses recebiam até um salário mínimo de todos os trabalhos que tinham. Até um quarto de salário mínimo eram 3,5%; mais de um quarto até meio salário mínimo foram 6,7% e, de meio até um salário mínimo representaram 32,1%. Isso, sem somar pessoas autodeclaradas sem rendimento, que foram 0,9% do total.

Entre um a três salários mínimos foram 41,5% dos entrevistados. Acima de dez salários mínimos, o número cai substancialmente, somando somente 2,1% dos tocantinenses.

Atividades profissionais, científicas e técnicas tiveram o maior rendimento para os trabalhadores da área

Com o rendimento médio mensal de R$ 2.575, o Tocantins teve como seção de atividade profissional com maior rendimento a de atividades profissionais, científicas e técnicas, recebendo R$ 5.074 por mês. Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados renderam R$ 4.961 para os ocupados na área, enquanto as atividades imobiliárias tiveram R$ 4.505 de média. A administração pública, defesa e seguridade social rendeu a média de R$ 4.440 para os ocupados.

Os menores valores identificados foram para atividades administrativas e serviços complementares, com R$ 1.600 e serviços domésticos, que foram os únicos que pagaram abaixo de mil reais, com R$ 910 durante o Censo 2022.

Os homens continuaram recebendo mais do que as mulheres, sendo R$ 2.754 para eles e R$ 2.318 para pessoas do sexo feminino. O grau de instrução mostrou que pessoas com nível superior completo recebiam R$ 4.998 na ocasião, número mais de três vezes maior que o recebido por pessoas ocupadas sem instrução e com fundamental incompleto, que foi R$ 1.538. Fundamental completo e médio incompleto renderam R$ 1.696 e, médio completo e superior incompleto foi de R$ 2.172.

O recorte por cor ou raça mostrou que a população indígena ocupada no Tocantins recebia R$ 1.636 em 2022, sendo o menor valor. Os brancos tiveram a maior remuneração, com R$ 3.526, seguido de pessoas amarelas, com R$ 3.489. Tocantinenses pardos tiveram R$ 2.337 de rendimento, enquanto os pretos recebiam R$ 2.092.

Rendimento domiciliar per capita do Tocantins supera o da Região Norte, mas fica abaixo da média brasileira

O rendimento de todos os trabalhos no Tocantins foi responsável por 78,8% do rendimento domiciliar mensal. Já os rendimentos de outras fontes, que incluem, por exemplo, aposentadoria, pensão, benefícios de programas sociais do governo, rendimentos de aluguel ou arrendamento, além de outras origens, foram 21,2% no estado.

O cálculo do Rendimento Domiciliar Per Capita (RDPC) é o valor médio obtido a partir da soma do valor do rendimento mensal de todas as fontes, de todas as pessoas que residem no domicílio, dividindo o total obtido pelo número de pessoas que residem nele. No Tocantins, o valor foi de R$ 1.393 durante o Censo, ou seja, maior que o número da Região Norte (R$ 1.075) e abaixo da marca do país (R$ 1.638).

No estado, só duas cidades superam o quantitativo nacional: Palmas e Gurupi. Elas tiveram RDPC médio de, respectivamente, R$ 2.260 e R$ 1.665 no levantamento. Os valores mais baixos foram identificados em Buriti do Tocantins (R$ 665), Luzinópolis (R$ 658) e Carrasco Bonito (R$ 590).

O RDPC por cor ou raça no estado foi maior entre moradores amarelos, seguidos de muito perto por brancos, sendo R$ 1.922 e R$ 1.920, respectivamente. O menor valor foi na variável dos indígenas, sendo R$ 520.

Desigualdade no Tocantins foi menor que a nacional

O índice de Gini, que é uma medida numérica que representa o afastamento de uma dada distribuição de renda da linha de perfeita igualdade, variando de zero (situação em que não há desigualdade) a um (desigualdade máxima, ou seja, toda a renda apropriada por um único indivíduo), foi de 0,511 no Tocantins, superando o quantitativo brasileiro, de 0,542 durante o Censo 2022.

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