Candidata a deputada federal usa a discrepância de investimentos na cidade para criticar o distanciamento de Vicentinho durante o encontro “Mulheres com Dorinha”, no Jalapão
Por Redação
A médica e candidata a deputada federal Luana Nunes (União Brasil) utilizou o volume de recursos destinados a Gurupi para evidenciar o compromisso da Professora Dorinha (União Brasil) com o município. Durante o encontro político “Mulheres com Dorinha”, realizado na manhã deste domingo, 30 de agosto, em São Félix do Tocantins, Luana afirmou que a candidata a governadora enviou R$ 85 milhões à cidade nos últimos quatro anos. Em contrapartida, apontou que o principal adversário na chapa de oposição — em referência a Vicentinho Júnior (PSDB), mas sem citar o nome dele — destinou apenas R$ 560 mil à cidade no mesmo período.
“É muito fácil poder estar aqui, como já foi dito, governadora Dorinha, vir para poder falar de você. Mas é fácil, gente, porque para falar de Dorinha, nós não precisamos mentir, nós não precisamos atacar, nós não precisamos vir com historinha. Para falar de Dorinha, a gente precisa mostrar o trabalho que ela tem em todo o Tocantins. Falo e falo por Gurupi, o maior adversário, né, dela hoje na campanha, enquanto a Dorinha colocou 85 milhões em 4 anos, esse adversário que diz representar a Gurupi e a região sul colocou 560.000 nos mesmos 4 anos. É inadmissível que nós venhamos a escolher um representante que não pensa na nossa comunidade enquanto está no mandato para que a gente possa estar aqui colocando o nosso nome à disposição.”
Para a candidata, a diferença drástica nos investimentos torna a escolha eleitoral evidente e baseada em resultados. A ampliação da bancada feminina no Congresso Nacional foi o segundo eixo do pronunciamento. Apresentando-se como médica, empresária e mãe solo, Luana lamentou o fato de o Tocantins não ter nenhuma mulher na Câmara Federal atualmente. Ela argumentou que pautas focadas na proteção feminina e no combate à violência doméstica dependem de vivência para avançarem.
“Somos nós que sabemos a dor de ser violentada, a dor de ser agredida e as dificuldades de criar um filho sozinho numa sociedade que, infelizmente, ainda é muito machista”, declarou a candidata. Como exemplo prático de gargalos na segurança pública, ela alertou que cerca de 800 agressores aguardam a instalação de tornozeleiras eletrônicas no Estado.







