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Cidades

Os desafios reservados aos novos prefeitos

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins3 de outubro de 2016 - 12:553 minutos de leitura
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” O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é considerado a principal receita de cerca de 120 municípios tocantinenses, e vem sofrendo constantes quedas nos valores repassados às prefeituras a cada mês. Em 2017, a situação não deve ser diferente. Além das reduções, os cofres municipais de todo o Brasil perderam cerca de R$ 2 bilhões devido às desonerações de impostos sobre a produção de carros e produtos eletrônicos ocorridas entre os anos de 2008 e 2014″ João Emídio de Miranda.


por  João Emídio de Miranda

A alegria e euforia pela vitória nas eleições municipais são os sentimentos que transbordam e dominam as mentes e os corações dos candidatos eleitos, especialmente entre os prefeituráveis.  Tais sensações são válidas, principalmente após o árduo trabalho de campanha realizado nos últimos meses. Porém, o peso da responsabilidade que será depositado sobre os ombros dos novos gestores no próximo ano trará aos agentes públicos municipais angustias, decepções e frustrações que o acompanharão até o final de seus mandatos.  

 Os prefeitos reeleitos e/ou aqueles que retornam novamente ao executivo municipal são conhecedores desse revés de sentimentos. Já os prefeitos eleitos pela primeira vez desconhecem os desafios e obstáculos que emergirão do processo de condução do Município no decorrer de seus mandatos. A falta de autonomia do ente municipal no federalismo brasileiro pode ser considerada o ponto de desequilíbrio das gestões municipais, ao acarretar, principalmente, dependência financeira diante da União e do Estado.

"Os valores dos programas federais estão defasados, sem nenhuma perspectiva de reajuste por parte do Governo Federal".
“Os valores dos programas federais estão defasados, sem nenhuma perspectiva de reajuste por parte do Governo Federal”.

 O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é considerado a principal receita de cerca de 120 municípios tocantinenses, e vem sofrendo constantes quedas nos valores repassados às prefeituras a cada mês. Em 2017, a situação não deve ser diferente. Além das reduções, os cofres municipais de todo o Brasil perderam cerca de R$ 2 bilhões devido às desonerações de impostos sobre a produção de carros e produtos eletrônicos ocorridas entre os anos de 2008 e 2014. Os efeitos desses incentivos fiscais são sentidos até hoje pelas gestões municipais e respingarão nos próximos mandatos.

  Os valores dos programas federais estão defasados, sem nenhuma perspectiva de reajuste por parte do Governo Federal. O Congresso Nacional origina obrigações aos Municípios, como o aumento de pisos, sem indicar a fonte pagadora. Já o Estado atrasa constantemente o repasse de recursos relacionados aos convênios e programas firmados entre o ente municipal e estadual, a exemplo a verba do Transporte Escolar de alunos residentes na Zona Rural, entre outros.

 Contudo, acreditamos que os novos gestores e os prefeitos reeleitos darão o melhor de si para promoverem o bem estar das comunidades que representam, e construirão obras e serviços que entrarão para a história do Município. Com o apoio e representatividade de entidades como a Associação Tocantinense de Municípios (ATM), as gestões municipais terão o amparo necessário para promoverem excelente trabalho e, com isso, diminuírem as margens de erros e os riscos de fracasso. Temos a convicção que os novos gestores terão dedicação exclusiva na busca de soluções das demandas que realmente carecem as populações locais.

 João Emídio de Miranda é presidente da Associação Tocantinense de Municípios e prefeito de Brasilândia do Tocantins.

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