Fechar menu
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
WhatsApp Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook Instagram X (Twitter)
Atitude TocantinsAtitude Tocantins
terça-feira, 7 abril
  • Home
  • Notícias
  • Cidades
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Estado
  • Política
  • Negócios
  • Mais
    • Mulher e Sociedade
    • Web Stories
Atitude TocantinsAtitude Tocantins

Lar»Política»Eleições»Deputado Júnior Geo denuncia uso de institutos e associações em suposto esquema com emendas parlamentares no Tocantins
Eleições

Deputado Júnior Geo denuncia uso de institutos e associações em suposto esquema com emendas parlamentares no Tocantins

Atitude TocantinsPor Atitude Tocantins21 de janeiro de 2026 - 12:183 minutos de leitura
WhatsApp Facebook Twitter E-mail

Em entrevista recente, o deputado estadual Júnior Geo (Tocantins) afirmou que há um suposto esquema envolvendo institutos e associações utilizados como fachada para o recebimento de emendas parlamentares. Segundo o parlamentar, essas entidades seriam criadas especificamente para captar recursos públicos e, em seguida, devolver parte do dinheiro a agentes políticos.

Por Wesley Silas

De acordo com o deputado, o problema não seria pontual. Ele relatou que já solicitou informações à Polícia Civil sobre quantos institutos e associações estão sendo investigados no Estado por suspeita de desvios ligados a emendas parlamentares.

“Eles criam institutos para receber emenda parlamentar”, declarou Júnior Geo. “Pedi que se verifique na Polícia Civil quantos institutos estão sendo investigados e quantas associações estão sob investigação por esquemas com emendas parlamentares. Muitos foram criados apenas para esse tipo de prática”, afirmou.

Propostas indevidas no gabinete

Júnior Geo também relatou ter recebido ofertas consideradas indecorosas dentro do próprio gabinete na Assembleia Legislativa. Segundo ele, pessoas teriam apresentado propostas de direcionamento de emendas em troca de retorno financeiro.

“Já chegaram no meu gabinete fazendo oferta de esquema para direcionar emendas: ‘vamos fazer o seguinte, você direciona meio milhão pra cá, ou um milhão pra cá, e a gente devolve de 30% a 60% do valor em dinheiro’”, denunciou o deputado.

O parlamentar não divulgou, até o momento, nomes de envolvidos nem detalhes de eventuais representações formais apresentadas aos órgãos de controle ou de investigação.

Contexto nacional: emendas, entidades e risco de desvio

O uso de organizações da sociedade civil, institutos e associações como possíveis canais para desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares já foi objeto de atenção de órgãos de controle em âmbito nacional.

O Tribunal de Contas da União (TCU), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF) têm, em diferentes momentos, apontado riscos de fraudes em convênios e parcerias firmados entre o poder público e entidades privadas sem fins lucrativos, especialmente quando há:

– ausência de capacidade técnica e operacional comprovada;
– criação recente e sem histórico de atuação social consistente;
– concentração atípica de recursos em poucas entidades;
– baixa transparência na execução dos projetos.

Embora as declarações de Júnior Geo se refiram ao contexto do Tocantins, o padrão descrito por ele se assemelha a casos já investigados em outros estados, em que institutos e associações foram apontados como estruturas utilizadas para ocultar beneficiários reais de recursos desviados.

As denúncias apresentadas por Júnior Geo, se confirmadas pelas instâncias de investigação e controle, reforçam um quadro já conhecido na política brasileira: a contaminação sistêmica da gestão pública por práticas de corrupção que se valem de brechas legais, fragilidade na fiscalização e uso indevido de entidades da sociedade civil.

Quando emendas parlamentares — instrumento legítimo de alocação de recursos — passam a ser tratadas como moeda de troca, e institutos e associações são convertidos em mecanismos de retorno ilícito, a consequência direta é o esvaziamento de políticas públicas essenciais e o aprofundamento da desconfiança da população na classe política.

Cabe agora às autoridades competentes apurar com rigor as declarações do deputado, identificar responsabilidades e, sobretudo, fortalecer mecanismos de transparência e controle para impedir que a estrutura da corrupção continue se enraizando nas instituições brasileiras.

View this post on Instagram

Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
Atitude Tocantins
  • Site

Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.

Postagens relacionadas

Sem renúncia: Wanderlei ignora favoritismo ao Senado e decide manter controle do Palácio Araguaia

6 de abril de 2026 - 16:54

Irajá avalia filiação de Kátia Abreu ao PT e mantém apoio à pré-candidatura de Laurez Moreira

6 de abril de 2026 - 15:54

Laurez participa da saída da Folia do Divino em Monte do Carmo e reforça compromisso com a cultura e a religiosidade do Tocantins

6 de abril de 2026 - 15:13

Diane da Vitória dos Bichos troca PSB pelo PSDB e confirma pré-candidatura à Câmara Federal

6 de abril de 2026 - 10:25

Podemos reforça quadro político com retorno de Ronaldo Dimas

6 de abril de 2026 - 08:55

Republicanos fecha chapa com 17 pré-candidatos à Assembleia Legislativa e projeta sete cadeiras

5 de abril de 2026 - 17:55
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato
© 2026 Atitude Tocantins | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.