Faltando pouco menos de que 20 meses para as eleições municipais a movimentação nos bastidores da política tem assanhado alguns nomes. Tudo isso iniciou após o prefeito Laurez Moreira (PSB) ter anunciado a intenção de se reeleger durante uma entrevista que ele deu ao Portal Atitude no dia 10 de março (leia aqui) durante encontro do PSB realizado na Assembleia Legislativa do Tocantins.

Dias depois sugiram várias reuniões envolvendo nomes de políticos e dos segmentos organizados do comércio, dentre eles os deputados Mauro Carlesse (PTB), Eduardo do Dertins (PPS), o líder da oposição na Câmara de Vereadores, Jonas Barros (PV), Silvério Filho (PDT) e defesas de nomes que representam o segmento empresarial, dentre eles o empresário Oswaldo Stival e o do presidente da ACIG, Jaime Xavier e o presidente da CDL, Adailton Fonseca.

Enquanto a população ainda não sinalizou, por meio de pesquisas, quais os nomes da preferência hoje para 2016 os debates pegaram corpo e duas personagens têm se destacado quando se trata na lutar para se manter ou tomar o poder que são o prefeito Laurez Moreira (PSB) e o líder da oposição, vereador Jonas Barros (PV). Tanto um como o outro não têm medido esforços na demarcação e ampliação de território por meio de ações e denúncias, tendo como o mais recente caso, envolvendo o programa Prefeitura Bairro a Bairro que aconteceu neste final de semana, que no entendimento do vereador Jonas Barros trata-se de campanha eleitoral antecipada.

“Na intenção de fortalecer o seu projeto pessoal de reeleição, o prefeito criou um programa bairro a bairro sem nenhuma proposta social simplesmente para passear nos bairros e montar um palanque para os vereadores da base discursar enaltecendo o seu nome e promovendo para 2016. Com a popularidade em baixa a comunidade não compareceu, os aliados discursaram para os funcionários presentes”, criticou o vereador.
Já o prefeito, defende que o Programa Prefeitura Bairro a Bairro é de cunho social e não eleitoral e tem como pano de fundo “oferecer um atendimento melhor às pessoas mais humildes”, para que elas “sintam a presença do poder público, não só do executivo municipal”, avaliou o prefeito.
Afinal, somente o tempo dirá de que lado estará a vitória em 2016 e os que buscam administrar a prefeitura de Gurupi terão quase 20 meses para gerarem muitas noticias, tempo este que terão para convencer muitos eleitores que convergem para um ponto incomum – que é a insatisfação com a situação política vivida em todo País e perderam o medo de expressarem suas opiniões e podem surpreender muitos que querem representá-los e ainda tem no meio do caminho a possibilidade de uma reforma política acontecer.







